– Como norma general se intentará realizar los meno-
res movimientos de tierra posibles. No sólo por cri-
terios puramente ambientales sino también por reducir costes. En la parte terrestre son raras las situaciones en las que la naturaleza presenta suelos perfectamente pla- nos y horizontales y la tendencia instintiva del planifica- dor es la de intentar conseguirlos. Sin embargo los terre- nos se han modelado a lo largo de los siglos atendiendo a muchas variables ambientales y, generalmente, la for- ma resultante tiene una razón de ser explícita o implícita. (Img 1.2.D2)
D) Topografia
Classificação dos solos atendendo aos declives:
Classificam-se os solos atendendo ao seu declive, de modo a que os intervalos selecionados sejam rele- vantes para o processo de urbanização, considerando a sua aptidão para a urbanização, facilidade de esca- vação e construção de talude natural, no que se relacio- na com a hidrologia, em particular no que concerne ao balanço hídrico, e considerando ainda as possibilidades de deslizamento em zonas críticas. Respondendo a es- tes requisitos consideram-se:
•Declives máximos para vias pedonais
•Declives máximos para estradas e caminhos desti- nados a veículos automóveis
•Declives mínimos para a drenagem de água
A partir do modelo topográfico do terreno transpõe-se para cartografia, por um lado, aquelas zonas de decli- ves: (Img 1.2.D1)
•Superiores a 8%
•Superiores a 6% e até 8% •Superiores a 2% e até 6%
•Até 2%
E, por outro lado, depois de um estudo geológico do ter- reno, deve representar-se os intervalos de declives que correspondam aos limites do talude natural do terreno.
Recomendações gerais
– Como norma geral, as movimentações de terras devem ser as menores possíveis. Não só por crité- rios puramente ambientais como também por critérios económicos (e.g. reduzir custos). No território são raras as situações em que este apresenta solos perfeitamente planos e a tendência instintiva do planeador é a de tentar consegui-lo. No entanto, os terrenos foram modelados ao longo dos séculos atendendo a muitas variáveis am- bientais e, geralmente, a forma resultante tem uma razão de ser explícita ou implícita. (Img 1.2.D2)
– De qualquer forma, se estes movimentos de terras
Img 1.2.D1. Plano clinométrico. / Carta de declives.
Img 1.2.D2. Plano topográfico de una de las áreas con arroyo. / Carta Topográfica de uma das áreas de estudo com linha de água
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0 introducción -
1 ciudad y territorio
- 2 ciudad y clima - 3 aplicación a la región transfronteriza P
ortugal-España - 4 bibliografía consultada 0 introdução - 1 cidade e território - 2 cidade e clima - 3 aplicação para na região fronteiriça P ortugal-Espanha - 4 bibliografia consultada
– De cualquier forma, si estos movimientos de tierras fueran imprescindibles se tenderá a respetar en la medida de lo posible los cauces de evacuación de
pluviales. Aunque esta idea se recalcará en el aparta-
do de hidrología existe una relación directa entre forma del terreno y evacuación de pluviales. Los cambios en el modelado del suelo siempre traen consigo efectos, fre- cuentemente inesperados, en la circulación de las aguas superficiales que, a veces, no tienen su reflejo hasta que no transcurre el tiempo suficiente para producir una tor- menta con un período alto de retorno.(Img 1.2.D3) – Asimismo, siempre que sea necesario efectuar cual- quier movimiento de tierras, sea para construir edificios o para urbanizar, se procederá, previamente, a retirar la capa de suelo agrícola (el suelo fértil) en las zonas
a remover y almacenarla. Posteriormente a los cam-
bios en el modelo del suelo se volverá a reintegrar esta capa en aquellos lugares que no vayan a quedar imper- meabilizados. Esta precaución no sólo es una práctica ambientalmente recomendable ya que la formación de un suelo fértil puede llevar cientos de años, sino que re- sulta rentable desde el punto de vista de los costes de urbanización ya que ahorrará la compra y el traslado de suelo fértil desde otros lugares. (Img 1.2.D4)
– Deberán evitarse modelados del terreno que conlleven superar las pendientes naturales de los suelos con objeto de que no sea necesaria la
construcción de muros de contención. Los muros de
contención, frecuentemente de hormigón o materiales parecidos, representan unos costes ecológicos y mo- netarios, muchas veces realmente elevados e innecesa- rios. (Img 1.2.D4)
– Deberán adoptarse buenas prácticas respecto a
la erosión de los suelos. Cuando sea necesario mo-
delar largos tramos con fuertes pendientes deberán tro- cearse estos tramos en otros más pequeños con zonas de menor pendiente (incluso horizontales) intercaladas, con objeto de romper la inercia del agua, debido al au- mento de su velocidad, descendiendo por la pendien- te. Hay que considerar que, aunque los problemas de deslizamiento no parecen demasiado críticos en el área estudiada se espera una modificación importante en los próximos años debido al cambio climático que podría agudizarlos. (Img 1.2.D5)
forem imprescindíveis, deve procurar-se respeitar, na medida do possível, os caminhos de escorrência- das águas pluviais. Ainda que esta ideia seja reforçada no subcapítulo de hidrologia, existe uma relação direta entre a forma do terreno e o escoamento de águas plu- viais. As modelações do terreno trazem sempre consigo consequências frequentemente inesperadas na circula- ção das águas superficiais que, por vezes, apenas se fazem sentir após decorrer o tempo suficiente para se produzir uma tempestade com um período de retorno elevado. (Img 1.2.D3)
– Desta forma, sempre que seja necessário efetuar qual- quer movimento de terras, seja para construir edifícios ou para urbanizar, deve proceder-se, previamente, à
remoção da camada de solo agrícola (o solo fér- til) nas zonas intervencionadas e ao subsequente armazenamento do mesmo. Posteriormente, após a modelação do solo, esta camada será reintegrada na- queles lugares que não sejam impermeabilizados. Esta precaução não só é uma prática ambientalmente reco- mendável, já que a formação de um solo fértil pode levar centenas de anos, como resulta rentável do ponto de vista dos custos de urbanização, dado que permite pou- panças ao evitar a compra e/ou transferências de solo fértil de outros lugares mais distantes. (Img 1.2.D4) – Devem evitar-se modelações do terreno que supe- rem os declives naturais das encostas, de modo a não ser necessário a construção de muros de con- tenção. Os muros de contenção, frequentemente de betão ou de materiais semelhantes, representam custos ecológicos e monetários muitas vezes elevados e des- necessários. (Img 1.2.D5)
– Devem adotar-se boas práticas relativas à erosão dos solos. Quando for necessário modelar terrenos amplos com elevados declives, dever-se-á segmentar estes espaços noutros mais pequenos com zonas inter- caladas de menor declive (incluindo áreas horizontais), com o objetivo de quebrar a inércia da água, devido ao aumento de sua velocidade, quando esta desce as en- costas. Importa ainda considerar que, embora os pro- blemas de deslizamento não pareçam demasiado crí- ticos na área estudada, é de esperar uma modificação importante nos anos seguintes, devido aos efeitos das alterações climáticas que, face às previsões, poderão agudizá-los. (Img 1.2.D6)
Img 1.2.D3. Plano topográfico con sistema de divisorias y vaguadas. / Carta Topográfica com festos e talvegues.
Img 1.2.D4. Cuidado del suelo fértil / Aproveitamento do solo fértil.
Img 1.2.D5. Buenas prácticas para evitar la erosión / Boas práticas para evitar a erosão.
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– No sólo deberá relacionarse el modelado del te-
rreno con las consideraciones derivadas del régi- men pluvial y de la hidrología, sino también con
la vegetación y los ecosistemas. Desde este punto
de vista, la erosión del suelo no sólo viene determinada por la forma sino también por la cubierta vegetal. Una cubierta vegetal adecuado, aún considerando fuertes pendientes, puede evitar la erosión. El mantenimiento del suelo fértil debería ser uno de los objetivos irrenun- ciables de todo planeamiento urbano ambientalmente bien planteado.