Po
Po um
um Es
Este
teti
tica
ca da
da Se
Sens
nsib
ibil
ilid
idad
ad
c rc rl tlti ci c l ilit et er dr d i ai a d ad a a ra r e se s d ed e m om od od o g eg e a la l p op o d e
d e s es e a ua ut ot or ir ir ar ar ir ia ,a , r er ea ca ci oi on an ar ir ia ,a , i m pi m po no nd od o i ni nt et er pr pr er er ar a ~Oes
~Oesa pa pr er es es en rn ra da da sa s c oc om om o n en ec ec es ss sa ra ri ai a elucidativas,elucidativas, e d
e di fi fi ci ca na nd od o s is ig ng ni fi fi ci ca da do so s q uq u p rp re te te ne nd ed er nr n i ni nd id ic ac a c oc o m o
m o a sa s o bo br ar a a na ni si sr ir ic ac a d ed ev ev er nr n s es e v ev er dr da da de ie ir ar am em en rn r o m
o mp rp re ee en dn d d ad a M aM a crlticacrltica b eb e n an a precisaprecisa ser ser 5656 m am a u m u m e oe or ir i e se st et et itic ac a d ed e c oc om om o s es en sn si bi bi lili di da da d ( e( em b om b o t a t a o uo u n an ao )o ) o ro rg ag an in iz ez e [ u[ uf zf zo so s g og os rs ro so s S u s S u sa na n S o nS o nt at ag ,g , f if il 6 sl 6 so fo fa ,a , e ne ns as af sf sr ar a b rb ri lilh ah an rn re ,e , c ic in en ea sa s t a t a o mo ma na nc ic is rs ra ,a , d ed e i ni nt et er er es ss s p ap an tn ta ga gr ur ue le li ci c p op o t ot od ad a a s
a s f of or rr rn an a a ra rt itis ts ti ci ca sa s e me m ContrContr IntInterprerprefarefariioiio dis.dis. c u c u r er eo ro ri ci ca ma me ne n c oc om om o f of o t et er nr n s is id od o exercicioexercicio dada i t i t n in i a ra r i ci c c oc on sn s 6 i6 i e oe o d ad a u au a s e s en sn si bi bi lili di da da de ,e , q uq u s e c os e c on cn c e re ri zi z e me m u ru rn an a c rc ri ri ri ci c q uq u d e d e m om od od o a la lg ug u p rp r n dn d u su su ru rp ap a u gu g d ad a o bo b d ed e a r a rt et e o uo u i m pi m po ro r- s- s e le l c oc om om o i ni nr er er pr pr er er ar ac ac ao ,o , M a i M a i q uq u u ru r l iliv rv r p rp ro go g a ra rn an ar ir ic oc o m am ai oi or ir i a ba bs os o lura
lura dodo arartitigogo aqaquiui rereununididosos saosao exerexercfcicfciosos dessadessa n o
n ov av a i ci ca ,a , p ap a i ri r d od o q uq ua ia i v ev em om o e me m g ig i u mu m constelacao
constelacao dede ararririststasas a ua ut ot or er e a oa o q uq ua ia i S uS us as a S oS on .n . t a
t a l ilit et e a la l m em en tn t s e e ns e e nt rt re ge g d ed e o ro rm am a a ba bs os ol ul ut at a t ot ot at al ,l, m o
m o urnurn alimalimentoento a sa s q uq u obrasobras dede artart sese t o
t om am a v iv ib rb ra na n e se s r nr na ga gi ci ca sa s e xe xe re rn pn pl al ar er e a ua ut ot on on o m a
m a C aC am um u m om o Weil,Weil, ClaudeClaude Levi-Strauss,Levi-Strauss, G e G eo ro r L uL uk ak ac sc s S aS ar rr rr er e N aN at ht ha la li ei e S aS ar rr ra ua ut et e o no ne se sc oc o n i n im em e a sa s p ep e a sa s d ed e e ae a o ,o , i ni n a sa s a sa s o mo m R oR ob eb e B r B r o no n G oG od ad a d ,d , R eR e n an a x px po so s o so s o mo m u ru r f l f lu xu x v ov ol ul up tp tu ou os os o s is in gn gu lu la ra r c ac a u ru r n o s e un o s e u r ir it mt mo .o . A l A le me m d ad a n rn re re rp rp re re ra ca co eo e q uq u a na n h ah a m um un dn do ,o , ha
ha n on ov av as ss se ne ns is ib ib il ilid ad ad ed es .s . U m aU m a d ed el al as ,s , ocompocomp {aoqual{aoqual n o
n os ss s bregabrega quaquasese sese ideidenrinrififica}ca} u ru rn an a v iv is is ii oi o d ed e m u
m un dn d l al a~ a~ a iiiiprodudtoprodudto arrfsricaarrfsricad ed e q uq u S U SS U S: 1: 1I lI l ~ i ~ i
:1:1
urnurn classico, classico, S u S u S o mS o m p rp ra ra ri ei e v ev e d ad ad ed ei ri ro so s n en e g ug ul hl ho so s n o n o c oc on vn vi di d a za ze re r n en e m om o D aD a m em e n an a o ro rm am a q uq u a , a , a ia im om o m am a b eb e t ot o m ai sm ai s e ne n q uq ue ce ci di do so s m am a capcapazeaze dede mergmergulhulharar
O s O s E dE di ri ro ro re se s
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1 0 1 0 4 5 6 G 1 51 0 1 0 4 5 6 G 1 51 1 lU iUi
. . . . . . . . ..,..,. . . .. . . . 801 801.95.95 S05gS05g ~. ~.INTERPRETAOAO
INTERPRETAOAO
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DOAC;AO DOAC;AO JEANETE JEANETE ZElDaZElDaContra
IIinterprelllfao
ton/elido 11mIIU/lImbre,um encontra como 11mhmpejo m u it o p eq ll en in o 1 1m c on le id o m l ll f p eq ll en in o
Wlu.EN DE KOONlNG, n u m a e n tr ev i sr a S o m e ,, ' I V p e I JO I I SIiPerfoi.'RJ 1140liI/gllm pe/as IIpllri1l,illf. m il /e n d o m 1 l1 ld o e ll i n oviIive/. 1140no;1I1I;sivel.
O S C A R W I l DE , n ur n c ar r
enca ta ento rnagia arte er rninst um nt ri ual. (Ver Niaux, La Pasiega, etc. primeira teoria
dade.
valor ar e. Pa eori mirnetica, or seus roprio er os ate
objeti-alor da rt dubio. Como el conside-de formas ou estruturas transcenconside-dentes retrat mais perfeito
particularmente titil (0
sado po Aristotele aid
\> Pl ta Aristoteles, teor mi ne ic da arte paralela nfio
it
necessa-jarn is to ar os prob emas elimit do pe eo ia imitac o, fato que, no undo ocid nt l, on ci nc eflexa
em funcao
defesa ia arte qu ge st an conc pc se un 6ab
tendenci bem- nt ncionada ue torn form acess6ria.
expressa subjetiva, le ento pr nc pa te ri im tica modelo de), quer
do artista), co te id ai da er em primei ug r. on
eii-arte
de arte po definic;ao diz
c .
c .
t ) e c
rior od eo ia quando arte nflOpre is va ju tifica i. ~, ua do ning em pe gu ta dizia
realizava pa ti de se omento te fun da conseienci estamo
compro-pratica
contemporaneas.
r. conteudo,
hoje principalmente ur incomodo ur inconveniente.um
con-distanciar cia fundamentalm:n~e se cont ud ss de on inua exer en ur extrao
dma-artes,
interpretaciio, unea on umad E, vice-versa interpreta-La
interpretaca no sentid mais amplo, sentido
"Nao existe fates, apenas interpretac;6es" Po interpreta~a rn determinad od go ce ta "n rm s" de nterpr ta ao
rela~ao itarte interpreta signific destacar ur conjun
dade A? Que em realidad
transformaca de ur texto? historia no omec os lementos poder "rea ista do mundo, introduzid pelo conhecimento ientffico,
similitude ja
"rnodemas" exigencias Assim, os estoicos de conformidade
ilon de Alexandria inte pretou as na rativa istorica lite ai
it terr prometida, dizi Filon, representavarn da Iibertacao fm da al humana inte pretacao port nto, clar significad text
zado interpretaca
texto, acab
alteran-na toma-t inteligi el revela do se verd deir sentido. Ain-text fiqu profundament aIterado outr exernplo otorio sa as interpre acoe "espirituais rabi hi. /complexa Pois zelo conternpor ne pelo proj to da interpre
ta<;ao
po um agressividad aberta ur clar desprezo pela ap
ren-cias,
nsu
conteudo manifesto Este onteiido mani esto deve er inve ti
conteiid latente.Para Marx aconteci
pretacao Segund Marx Freud, este acontecimentospcrece tacao, Compreende inte pretar inte pretar ISreafi ma
Port nto, interpretaca na IS(com supfie muitos ur
humana Er alguns ontextos culturais, interpretaca urn ._
reacionaria, impertinente covarde, asfixiante homa Mann
critic fica tre-en ar tre-ente feli em re li ar st tarefa
tres legioe de interpre
tes. Os veern em
totalitario. Os qu leem Kafk como urna alegoria psicanalitica, enxe ga eses er da revela oe ed pai, ua an ie
le oria el gi sa expl ca qu em Castel Kafk te ta
che-Processo st en
..
oeuvre de
ie ci recolhid redu id ao ss nc al us ensa re uent
patologia.
.. outro; interrninavel incrustacoes in er re ac o. Ma
pr ta fi na si ples ente omen ge qu medi cridad genio, Na realidade
pree de al o, apli a- obra de qual ue ca eg ri ssim Streetca Name Desire (UrnBond Chamad Desejo), fica
cla-, f
so ri or so elodra psic lo ic de enne se illiam
(~r projet da lnterpretaca
em gran part eaci na lo as ixiante. om osgase
xpeli-cidades, efusao das in er re ac oe da arte
~o C.e~v n: ?o sa sens bi id de um cult ra cujo ilerna
Jaclassico ip rt ofi~ intelect em detrimento ener ia
mundo In~e pr ta empo re er sv zi
edificar ur mund fantasmagorico de "significados" trans-formar mundo nesse
ve se al um outr .)
mund noss mund ja es suficiente ente exau id
maiori do caso atuais interpreta9a na pass um re us ro se ra de xa br de ar az rt er adeira
obra arte conteudo depois interpretamo isto,
doma-interp et ea to obra de arte male ve Este convencionalismo da interpretaca mais evidente critic li er ri ente de om su ar fa sp ci ic tr du Ciaodos )e ~ntos. do poema, peca ro ance ou cont em lg
iviliz ca ci ental. pa en emen e, para qu on in as sen-apenas rn pe ob rn sujeit bo it po er ab ut lh do ha ad St nl owal ki ur desbot da esqu li be da
'I Um interpretaca dest genero sempre indica urna
insatis-:. inte pr ta fi base da eo ia ex re ente duvidosa
composta de elemento de conteiido,
Nao im~or~a se artista pretende, ou na pretende que que UrnBonde Chamad Desejo ma hi to ia ue fala daquil
Le Sang Un Poet n P o Orpheus (Orfeu exigisse as
elabo-rnerit destas
ss mbro os si nifica os qu ao falhos falsos artificiais, nao consegue convence
. ( as ~trevi ta in er -s ue Resnai ob e-Gr llet qu
L'
~o
An Passad em Marienbad) permitisse urna muItipIicidade de mterpretac;oes igualmente pi usfveis. Mas precis resistir ten-tac;a de interpretar arienbad, Oq ei orta filme ocaraterens, ua rigo os s, embo ca hada ol co de er os ro blemas de forma cinematognifica
' • Em ~iJencio,
rn imbo fa ic Ma se fe isso fo ur ensa ento ri ic lo uJ mais cr di no narr do acre it hi to ia di ia
Law-moment mais irnpres-si nant film Os ue ro ur ur interpreta an fr udia
T: inte pr ta ao evid nt rn nt er sempre re omin o d ta,: ao Para evit in er re ac o, rt od se or ar paro ia pode se to ar ao ar e.
fu a' nt rp etacao pare em articu ar rn arac e-tentativ
el ambe se to na impo sf el de se inte pr ta a.
tarnbem, comecar pelas
grandes experiencias da poesia francesa (incluind movimento chamad erroneamente de simbolismo), qu introduz silencio
magiCa brutal da
le eu ound ep es nt aban on do onte do da oe ia
' )
equivalent lite ta rudirnentar, se inspiracao estagnad
forma conteudo nao simplesmente informacao noticia, aind peculiarment vislvel, mais
da rm sica Olio refletem nenhum preocupaca interessante sujeitas ao ataque da interpretacao.
J;
Masunic de es co tr prag da interpretaca
em ultima analise, urna ilusdo.) Teoricamente possfvel evitar os inter-pret outr maneira, re lizand bras de rt cuja parencia
r .
Isto seri possivel gora Ac ntec no cine a, ac edi-to.
uma deterrninada
it interpretacao
diretor. Winter Ligh Silencio, elez sofisticacao
D. W. riffith. No fi1rne bo s,ha sempre um comunicaca direta QU no ise:ota torahrente de !.e!:lta;.§:o
re
inrerprerar..M;i'~,_;: ~eT')"~ .± H.~:.~ .x .:i! '::X.:r.
'''1''';-ss qualidad Iibe tadora anti-simb6li a, assi com? as elho Pianiste
(Acossado) de ~ard L.Avven~ tura Fidanz at (O Noivos de Olmi.
Se
ao feli acidente os film sere co sidera os pena ilme
rnaiona tern
cinema ao ontrar do ro ance OSSU
desejavel
Pode se-lo, questa adequada it
."
conteudo provoca ompl ta daforma necessario ISur vocabu
a s e s
(as
c la r teatro; teatro narrauva a u s e~ a
se srende visual pictoricamente ~ u p a c o . . que nao
e r o s i n a s
Iil...'":'1;i.:... T.l.h'!.l :riti~ .Ise: .I~~;..i!.3:. f'l-'"1
J.IL:....l ~"""1~-.i.: .n:=~ :.J..J.:.. : ~ ::.n ;r..:..n.:..:.-~ .JJ..g::t.r :I:ILI. :o..TnJ.
.A
Su Racine (Sabre Racine
seus dois nsai so re Robbe- rillet ao exempl nali formal apJicada obra ur unic auto Os melhor ensa os em Mimesis, de Eric Auerbach como "A Cicatriz deOdisseu"
.)
ensaio de Walter Leskov".
formal Alguma da crfticas cinematograficas de Mann Farber isao os Todger ",
sem conspurca-Ia.
'l0
transparenciagrandeza, Jeu egra Jogo de Renoir
i\,:
mais Isso reforca
ar e. go nfio mais Decididament agor na precisamos Cultura.
is er cons dera rn ress post Pensemos na rner
multi-qiiencia
para embota ossa ac ld de en or ai Iuz das
condi-recuperarrno nossos sentidos De vemo aprender aver mais, ouvir mais, sentir mais.
'"'!, descobrir maio conteudo possivel
Agora,
oda
se mostra como que at mesm que que na mostra qu significa:
10
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da arte