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(1)

Po

Po um

um Es

Este

teti

tica

ca da

da Se

Sens

nsib

ibil

ilid

idad

ad

c r

c rl tlti ci c l ilit et er dr d i ai a d ad a a ra r e se s d ed e m om od od o g eg e a la l p op o d e

d e s es e a ua ut ot or ir ir ar ar ir ia ,a , r er ea ca ci oi on an ar ir ia ,a , i m pi m po no nd od o i ni nt et er pr pr er er ar a ~Oes

~Oesa pa pr er es es en rn ra da da sa s c oc om om o n en ec ec es ss sa ra ri ai a elucidativas,elucidativas, e d

e di fi fi ci ca na nd od o s is ig ng ni fi fi ci ca da do so s q uq u p rp re te te ne nd ed er nr n i ni nd id ic ac a c oc o m o

m o a sa s o bo br ar a a na ni si sr ir ic ac a d ed ev ev er nr n s es e v ev er dr da da de ie ir ar am em en rn r o m

o mp rp re ee en dn d d ad a M aM a crlticacrltica b eb e n an a precisaprecisa ser ser 5656 m am a u m u m e oe or ir i e se st et et itic ac a d ed e c oc om om o s es en sn si bi bi lili di da da d ( e( em b om b o t a t a o uo u n an ao )o ) o ro rg ag an in iz ez e [ u[ uf zf zo so s g og os rs ro so s S u s S u sa na n S o nS o nt at ag ,g , f if il 6 sl 6 so fo fa ,a , e ne ns as af sf sr ar a b rb ri lilh ah an rn re ,e , c ic in en ea sa s t a t a o mo ma na nc ic is rs ra ,a , d ed e i ni nt et er er es ss s p ap an tn ta ga gr ur ue le li ci c p op o t ot od ad a a s

a s f of or rr rn an a a ra rt itis ts ti ci ca sa s e me m ContrContr IntInterprerprefarefariioiio dis.dis. c u c u r er eo ro ri ci ca ma me ne n c oc om om o f of o t et er nr n s is id od o exercicioexercicio dada i t i t n in i a ra r i ci c c oc on sn s 6 i6 i e oe o d ad a u au a s e s en sn si bi bi lili di da da de ,e , q uq u s e c os e c on cn c e re ri zi z e me m u ru rn an a c rc ri ri ri ci c q uq u d e d e m om od od o a la lg ug u p rp r n dn d u su su ru rp ap a u gu g d ad a o bo b d ed e a r a rt et e o uo u i m pi m po ro r- s- s e le l c oc om om o i ni nr er er pr pr er er ar ac ac ao ,o , M a i M a i q uq u u ru r l iliv rv r p rp ro go g a ra rn an ar ir ic oc o m am ai oi or ir i a ba bs os o lura

lura dodo arartitigogo aqaquiui rereununididosos saosao exerexercfcicfciosos dessadessa n o

n ov av a i ci ca ,a , p ap a i ri r d od o q uq ua ia i v ev em om o e me m g ig i u mu m constelacao

constelacao dede ararririststasas a ua ut ot or er e a oa o q uq ua ia i S uS us as a S oS on .n . t a

t a l ilit et e a la l m em en tn t s e e ns e e nt rt re ge g d ed e o ro rm am a a ba bs os ol ul ut at a t ot ot at al ,l, m o

m o urnurn alimalimentoento a sa s q uq u obrasobras dede artart sese t o

t om am a v iv ib rb ra na n e se s r nr na ga gi ci ca sa s e xe xe re rn pn pl al ar er e a ua ut ot on on o m a

m a C aC am um u m om o Weil,Weil, ClaudeClaude Levi-Strauss,Levi-Strauss, G e G eo ro r L uL uk ak ac sc s S aS ar rr rr er e N aN at ht ha la li ei e S aS ar rr ra ua ut et e o no ne se sc oc o n i n im em e a sa s p ep e a sa s d ed e e ae a o ,o , i ni n a sa s a sa s o mo m R oR ob eb e B r B r o no n G oG od ad a d ,d , R eR e n an a x px po so s o so s o mo m u ru r f l f lu xu x v ov ol ul up tp tu ou os os o s is in gn gu lu la ra r c ac a u ru r n o s e un o s e u r ir it mt mo .o . A l A le me m d ad a n rn re re rp rp re re ra ca co eo e q uq u a na n h ah a m um un dn do ,o , ha

ha n on ov av as ss se ne ns is ib ib il ilid ad ad ed es .s . U m aU m a d ed el al as ,s , ocompocomp {aoqual{aoqual n o

n os ss s bregabrega quaquasese sese ideidenrinrififica}ca} u ru rn an a v iv is is ii oi o d ed e m u

m un dn d l al a~ a~ a iiiiprodudtoprodudto arrfsricaarrfsricad ed e q uq u S U SS U S: 1: 1I lI l ~ i ~ i

:1:1

urnurn classico, classico, S u S u S o mS o m p rp ra ra ri ei e v ev e d ad ad ed ei ri ro so s n en e g ug ul hl ho so s n o n o c oc on vn vi di d a za ze re r n en e m om o D aD a m em e n an a o ro rm am a q uq u a , a , a ia im om o m am a b eb e t ot o m ai sm ai s e ne n q uq ue ce ci di do so s m am a cap

capazeaze dede mergmergulhulharar

O s O s E dE di ri ro ro re se s

~l

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'Q 'Q 1'1'/1'1'/

® w @ ~ o o

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1 1111 111 1 1111 1 l

1 0 1 0 4 5 6 G 1 51 0 1 0 4 5 6 G 1 5

1 1 lU iUi

. . . . . . . . ..,..,. . . .. . . . 801 801.95.95 S05gS05g ~. ~.

INTERPRETAOAO

INTERPRETAOAO

T r

T ro d

o du f

u f

d e

d e A n

A n M a r

M a r C n

C np o

p ov i

v i

DOAC;AO DOAC;AO JEANETE JEANETE ZElDaZElDa

(2)

Contra

II

interprelllfao

ton/elido 11mIIU/lImbre,um encontra como 11mhmpejo m u it o p eq ll en in o 1 1m c on le id o m l ll f p eq ll en in o

Wlu.EN DE KOONlNG, n u m a e n tr ev i sr a S o m e ,, ' I V p e I JO I I SIiPerfoi.'RJ 1140liI/gllm pe/as IIpllri1l,illf. m il /e n d o m 1 l1 ld o e ll i n oviIive/. 1140no;1I1I;sivel.

O S C A R W I l DE , n ur n c ar r

enca ta ento rnagia arte er rninst um nt ri ual. (Ver Niaux, La Pasiega, etc. primeira teoria

dade.

valor ar e. Pa eori mirnetica, or seus roprio er os ate

objeti-alor da rt dubio. Como el conside-de formas ou estruturas transcenconside-dentes retrat mais perfeito

particularmente titil (0

sado po Aristotele aid

(3)

\> Pl ta Aristoteles, teor mi ne ic da arte paralela nfio

it

necessa-jarn is to ar os prob emas elimit do pe eo ia imitac o, fato que, no undo ocid nt l, on ci nc eflexa

em funcao

defesa ia arte qu ge st an conc pc se un 6ab

tendenci bem- nt ncionada ue torn form acess6ria.

expressa subjetiva, le ento pr nc pa te ri im tica modelo de), quer

do artista), co te id ai da er em primei ug r. on

eii-arte

de arte po definic;ao diz

c .

c .

t ) e c

rior od eo ia quando arte nflOpre is va ju tifica i. ~, ua do ning em pe gu ta dizia

realizava pa ti de se omento te fun da conseienci estamo

compro-pratica

contemporaneas.

r. conteudo,

hoje principalmente ur incomodo ur inconveniente.um

con-distanciar cia fundamentalm:n~e se cont ud ss de on inua exer en ur extrao

dma-artes,

interpretaciio, unea on umad E, vice-versa interpreta-La

interpretaca no sentid mais amplo, sentido

"Nao existe fates, apenas interpretac;6es" Po interpreta~a rn determinad od go ce ta "n rm s" de nterpr ta ao

(4)

rela~ao itarte interpreta signific destacar ur conjun

dade A? Que em realidad

transformaca de ur texto? historia no omec os lementos poder "rea ista do mundo, introduzid pelo conhecimento ientffico,

similitude ja

"rnodemas" exigencias Assim, os estoicos de conformidade

ilon de Alexandria inte pretou as na rativa istorica lite ai

it terr prometida, dizi Filon, representavarn da Iibertacao fm da al humana inte pretacao port nto, clar significad text

zado interpretaca

texto, acab

alteran-na toma-t inteligi el revela do se verd deir sentido. Ain-text fiqu profundament aIterado outr exernplo otorio sa as interpre acoe "espirituais rabi hi. /complexa Pois zelo conternpor ne pelo proj to da interpre

ta<;ao

po um agressividad aberta ur clar desprezo pela ap

ren-cias,

nsu

conteudo manifesto Este onteiido mani esto deve er inve ti

conteiid latente.Para Marx aconteci

pretacao Segund Marx Freud, este acontecimentospcrece tacao, Compreende inte pretar inte pretar ISreafi ma

Port nto, interpretaca na IS(com supfie muitos ur

humana Er alguns ontextos culturais, interpretaca urn ._

(5)

reacionaria, impertinente covarde, asfixiante homa Mann

critic fica tre-en ar tre-ente feli em re li ar st tarefa

tres legioe de interpre

tes. Os veern em

totalitario. Os qu leem Kafk como urna alegoria psicanalitica, enxe ga eses er da revela oe ed pai, ua an ie

le oria el gi sa expl ca qu em Castel Kafk te ta

che-Processo st en

..

oeuvre de

ie ci recolhid redu id ao ss nc al us ensa re uent

patologia.

.. outro; interrninavel incrustacoes in er re ac o. Ma

pr ta fi na si ples ente omen ge qu medi cridad genio, Na realidade

pree de al o, apli a- obra de qual ue ca eg ri ssim Streetca Name Desire (UrnBond Chamad Desejo), fica

cla-, f

so ri or so elodra psic lo ic de enne se illiam

(~r projet da lnterpretaca

em gran part eaci na lo as ixiante. om osgase

xpeli-cidades, efusao das in er re ac oe da arte

~o C.e~v n: ?o sa sens bi id de um cult ra cujo ilerna

Jaclassico ip rt ofi~ intelect em detrimento ener ia

mundo In~e pr ta empo re er sv zi

edificar ur mund fantasmagorico de "significados" trans-formar mundo nesse

ve se al um outr .)

mund noss mund ja es suficiente ente exau id

maiori do caso atuais interpreta9a na pass um re us ro se ra de xa br de ar az rt er adeira

obra arte conteudo depois interpretamo isto,

doma-interp et ea to obra de arte male ve Este convencionalismo da interpretaca mais evidente critic li er ri ente de om su ar fa sp ci ic tr du Ciaodos )e ~ntos. do poema, peca ro ance ou cont em lg

(6)

iviliz ca ci ental. pa en emen e, para qu on in as sen-apenas rn pe ob rn sujeit bo it po er ab ut lh do ha ad St nl owal ki ur desbot da esqu li be da

'I Um interpretaca dest genero sempre indica urna

insatis-:. inte pr ta fi base da eo ia ex re ente duvidosa

composta de elemento de conteiido,

Nao im~or~a se artista pretende, ou na pretende que que UrnBonde Chamad Desejo ma hi to ia ue fala daquil

Le Sang Un Poet n P o Orpheus (Orfeu exigisse as

elabo-rnerit destas

ss mbro os si nifica os qu ao falhos falsos artificiais, nao consegue convence

. ( as ~trevi ta in er -s ue Resnai ob e-Gr llet qu

L'

~o

An Passad em Marienbad) permitisse urna muItipIicidade de mterpretac;oes igualmente pi usfveis. Mas precis resistir ten-tac;a de interpretar arienbad, Oq ei orta filme ocarater

ens, ua rigo os s, embo ca hada ol co de er os ro blemas de forma cinematognifica

' • Em ~iJencio,

rn imbo fa ic Ma se fe isso fo ur ensa ento ri ic lo uJ mais cr di no narr do acre it hi to ia di ia

Law-moment mais irnpres-si nant film Os ue ro ur ur interpreta an fr udia

T: inte pr ta ao evid nt rn nt er sempre re omin o d ta,: ao Para evit in er re ac o, rt od se or ar paro ia pode se to ar ao ar e.

fu a' nt rp etacao pare em articu ar rn arac e-tentativ

el ambe se to na impo sf el de se inte pr ta a.

tarnbem, comecar pelas

grandes experiencias da poesia francesa (incluind movimento chamad erroneamente de simbolismo), qu introduz silencio

magiCa brutal da

le eu ound ep es nt aban on do onte do da oe ia

' )

(7)

equivalent lite ta rudirnentar, se inspiracao estagnad

forma conteudo nao simplesmente informacao noticia, aind peculiarment vislvel, mais

da rm sica Olio refletem nenhum preocupaca interessante sujeitas ao ataque da interpretacao.

J;

Mas

unic de es co tr prag da interpretaca

em ultima analise, urna ilusdo.) Teoricamente possfvel evitar os inter-pret outr maneira, re lizand bras de rt cuja parencia

r .

Isto seri possivel gora Ac ntec no cine a, ac edi-to.

uma deterrninada

it interpretacao

diretor. Winter Ligh Silencio, elez sofisticacao

D. W. riffith. No fi1rne bo s,ha sempre um comunicaca direta QU no ise:ota torahrente de !.e!:lta;.§:o

re

inrerprerar.

.M;i'~,_;: ~eT')"~ .± H.~:.~ .x .:i! '::X.:r.

'''1''';-ss qualidad Iibe tadora anti-simb6li a, assi com? as elho Pianiste

(Acossado) de ~ard L.Avven~ tura Fidanz at (O Noivos de Olmi.

Se

ao feli acidente os film sere co sidera os pena ilme

rnaiona tern

cinema ao ontrar do ro ance OSSU

desejavel

Pode se-lo, questa adequada it

."

conteudo provoca ompl ta daforma necessario ISur vocabu

a s e s

(as

c la r teatro; teatro narrauva a u s e~ a

se srende visual pictoricamente ~ u p a c o . . que nao

e r o s i n a s

Iil...'":'1;i.:... T.l.h'!.l :riti~ .Ise: .I~~;..i!.3:. f'l-'"1

J.IL:....l ~"""1~-.i.: .n:=~ :.J..J.:.. : ~ ::.n ;r..:..n.:..:.-~ .JJ..g::t.r :I:ILI. :o..TnJ.

(8)

.A

Su Racine (Sabre Racine

seus dois nsai so re Robbe- rillet ao exempl nali formal apJicada obra ur unic auto Os melhor ensa os em Mimesis, de Eric Auerbach como "A Cicatriz deOdisseu"

.)

ensaio de Walter Leskov".

formal Alguma da crfticas cinematograficas de Mann Farber isao os Todger ",

sem conspurca-Ia.

'l0

transparencia

grandeza, Jeu egra Jogo de Renoir

i\,:

mais Isso reforca

ar e. go nfio mais Decididament agor na precisamos Cultura.

is er cons dera rn ress post Pensemos na rner

multi-qiiencia

para embota ossa ac ld de en or ai Iuz das

condi-recuperarrno nossos sentidos De vemo aprender aver mais, ouvir mais, sentir mais.

'"'!, descobrir maio conteudo possivel

Agora,

oda

se mostra como que at mesm que que na mostra qu significa:

10

.~

da arte

References

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2010 Preeminent Academic Facets Inc., Canada. Online version: http://journals.hil.unb.ca/index.php/AOR. All rights reserved... we present our results.) Here, we provide a simple