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4.4 Simulation of defect properties

4.4.4 The band gap problem in DFT

N os o cu p arem o s en p rim er lugar del país del N ilo, cuyas características son so b ra d a m e n te conocidas.

L a presencia griega en E g ip to tu ­ vo unos condicionantes a b so lu ta m e n ­ te d iferen tes de lo que hem os ido viendo en relación con las áreas g eo ­ gráficas d o n d e se desarro lló la co lo n i­ zación griega. N o se tra ta b a de una zona escasam ente p o b la d a o con una presen cia tribal de bajo nivel cultural. T o d o lo co n trario . D e hecho no p u e ­ de h ab larse en el caso de E g ip to de la existencia de colonias griegas stricto

sensu. D e todos m odos, d a d a la am ­

p litu d alcanzada p o r las navegaciones griegas ya desde com ienzos del siglo v il no es de ex tra ñ a r que se acercaran ta m b ién a E gipto. Y , en efecto , te n e ­ m os suficientes huellas que nos h a ­ blan de esta presencia, no co lo n iza­ ción, griega. A sí, en D afne — la Es- tra to p e d a de H e ro d o to — hay restos cerám icos que se re tro tra e n h asta fi­ nes del siglo VII, p ara cesar en el 525, año de la invasión persa. T am b ién en M enfis han aparecido vestigios g rie­ gos antiguos y en T eb a s, do n d e co­ m ienzan en el prim er tercio del siglo V I. M ás al Sur, los hay en E d fú y en S anam (N ubia).

El Cínico enclave griego era el de N A U C R A T IS , situ ad o en el b razo ca- n ópico del río en su orilla o rie n ta l, a unos 80 km del m ar. Los a n te c e d e n ­ tes de su fu ndación hay que buscarlos en el em pleo sistem ático que los fa ra o ­ n es, desde P sam m ético I; h acían de m erce n ario s griegos. P ero fue A m asis el que les otorgó el privilegio de estable­ cerse en N áu cratis, com o recom pensa p o r la ayuda recibida en la lucha c o n ­ tra A p rie s, al que sucedió en el tro n o a consecuencia de una victoria m ilitar en el 570. Sin em b arg o , p u esto que existen huellas griegas previas a esa

fecha — ya hacia el 630— se in te rp re ­ ta el p asaje de H e ro d o to en el sentido que en el 570 se reg u larizaría d efiniti­ v am en te su status. D e to d as m aneras el h isto riad o r de H alicarn aso nos in­ form a del carácter de N áucratis: era un p uesto com ercial d o n d e estaban re p re se n ta d o s m u ltitu d de estad o s griegos: Q uíos, T e o s, F ó cea, C lazo­ m enas, dorios de R o d as, C n id o , H ali­ carn aso , Faselis y eolios de M itilenes. A d em ás de éstos ten ían tem plos allí los eginetas, sam ios y m ilesios. C ier­ ta m e n te , los hallazgos cerám icos de N á u c ra tis tie n e n u n a p ro c e d e n c ia m uy diferenciada: ro d ia , q u ien se, sa­ m ia, de C lazóm enas, lesbia, e sp a rta ­ na y la corintia o ática tradicional. T o d o ello, con stitu y e, a su vez, una p ru e b a de la fecundidad y p ro sp e ri­ dad de las relaciones com erciales en ­ tre egipcios y griegos, encauzadas a través de N áucratis. Su época de a p o ­ geo debe situarse en los años previos a la invasión de C am bises — 525—- y, au n q u e se re c u p eraría d esp u és, no volvería a brillar com o antes. La fu n ­ d ación de A le ja n d ría la eclipsó to d a ­ vía m ás, au n q u e su actividad p e rd u ró d u ra n te la dom inación ro m an a.

La C irenaica recibió, sin e m b a r­ go, auténticos colonos griegos, en una época sim ilar a la de E gipto. La m eta no era sino el control y explotación de aquellas ricas tierras, favorecidas adem ás con un clima benigno en las proxim idades del m ar.

La fun d ació n de C IR E N E . que el relato de H e ro d o to nos ha tran sm i­ tido en d etalle (I, 163) se hizo por gentes de T e ra , las cuales tras una co r­ ta estadía en la isla de P latea , vecina a la costa africana, se tra sla d a ro n a A ziris, em p lazam ien to que a b a n d o n a ­ ron seis años d esp u és, convencidos po r los libios, p a ra a se n tarse en el 630 en el sitio de la p o ste rio r C iren e. La ciudad p ro sp eró e n o rm e m e n te , tan to que los a u tó cto n o s, asu stad o s, in te n ­ ta ro n con ayuda egipcia, de A p ries, expulsar a los colo n o s, em p resa en la que fracasaron. A m asis m ás filohele-

no, com o hem os visto, se casó con u na princesa cirenaica com o acto de acercam iento y diplom acia. P or lo d e­ m ás, la invasión persa que ta n to afec­ tó a N áu cratis, dado su c ará c ter co­ m ercial, no afectó a la p ro sp e rid a d de C iren e, com o sus m anifestaciones a r­ tísticas se encargan de d em o strar. M antuvo unas am plias relacio n es con

el á m bito griego ce n tra d o , según la A rq u e o lo g ía , en el P e lo p o n eso , G re ­ cia o rie n ta l, islas incluidas, especial­ m e n te R o d as y Sam os, C o rin to y A te n a s, basadas en su v ariad a agri­ c u ltu ra , desde el silfion, p lan ta a b o ri­ gen que no pudo ser cultivada en n in ­ gún o tro lugar, h asta los p ro d u cto s m ed ite rrá n eo s típicos.

Apolo y las musas en una pintura de ánfora

(Siglo VII a.C.) Museo Nacional de Atenas

La colonización griega 59

Cuadros cronológicos

SIC IL IA

Siglo VIII Siglo V il Siglo VI Siglo V

N A X O S ( c a l c i d i o s ) ... 734

L E O N T IN O S ( c a lc id io s ) ... 728

C A T A N A (calcidios) ...

G allip o lis (calcidios) ...

E u b e a ( c a l c i d i o s ) ... c. 725 P rim e r c u a rto P rim e r c u a rto Z A N C L E (M e sse n e ) (c a lc id io s ) . . . . 755 (calcidios) y los de N ax o s, L e o n tin a y C a ta n a m ás ta rd e H I M E R A ’ ( c a l c i d i o s ) ... 648 M Y L A E ( c a lc id io s ) ... c. 730 S IR A C U S A ( C o r i n t o ) ... A c r a ... C a sm e n a ... C a m a r in a ... 733 663 664 598 M E G A R A H IB L E A (M eg ara) S elin u n te (M . H ib l.) ... H e ra c le a M i n o a ... 727 627 (ó 650) G E L A (d o rio s, ro d io s y c re te n se s) . . A g rig en to ... 688 580 SUR DE ITALIA Siglo VIII Siglo V il Siglo VI Siglo V P IT E C U S A (eu b e o s) ... C . 775-760 C U M A S ( e u b e o s ) ... C . 750 R H E G IO N ( e u b e o s - m e s e n io s ) ... C. 740 S IB A R IS (p e lo p o n e sis ) ... L a o s ... 720 ó 709 S c i d r o s ...

S U R D E I T A L I A ( C o n t i n u a c i ó n )

Siglo V III Siglo V II Siglo VI Siglo V P o s id o n ia ... E n las p rim , d écad a s T U R IO S (p a n h e lé n ic a en v ia d a p o r A t e n a s ) ... - 4 4 4 - 3 C R O T O N A ( a q u e o s ) ... M a c a llia ... P e t e l i a ... C rim isa ... C a u lo n ia ... S c y lle tio n ... T e rin a ... 708 675-70 F ines (tra s 510) T A R E N T O (e sp a rta n o s) ... C a llip o lis ... P o rto T a r e n t i n o ... H e ra c le a ... 706 433-2 M E T A P O N T O (a q u e o s) ... C om . S IR IS (p o r C o l o f ó n ) ... 675 L O C R O S ... M e d m a ... M e ta u r o ... H i p p o n i o n ... 679 (ó 673) M ed. Fin E L E A ( f o c e n s e s ) ... - 5 4 0 G A LIA Y M E D IT E R R A N E O O C C ID E N T A L Siglo VIII Siglo VII Siglo VI M A S S A L IA ( F ó c e a )... A n t i p o l i s ... N icaia ... R h o d e ... A m p u ria s ... 600 C. 600 M A IN A K E ( F ó c e a ) ... - C o m . H E M E R O S C O P E IO N (F ó c e a ) . . - 5 6 0 A L A L IA ( f o c e n s e s ) ... C O STA S E P T E N T R IO N A L DEL M E D IT E R R A N E O Siglo VIII Siglo VII Siglo VI C O R C IR A (e u b e o s y p o ste r. C o rin to ) . . 733 E p id a m n o ... 627

A p o lo n ia ( C o r i n to ) ... C. 620-600 C o rcira N igra (C o rcira + C n i d o ). . .

S p i n a ... A d r i a ... T o ro n a ( C a l c i s ) ... M e to n e ( E r e t r i a ) ... C om . s. VI P o tid ea (C o rin to ) ...„ ... C. 600 C. 600 T aso s ( P a r o s ) ... N eáp o lis ... P aro s-T aso s ... C. 670

La colonización griega 61

C O ST A S E P T E N T R IO N A L D EL M E D IT E R R A N E O (C ontinuación)

Siglo V III Siglo V II Siglo VI

O i s i m e ... M a ro n e a ( Q u í o s ) ... E n o ( e o l i o s ) ... A b d e r a (C la z o m e n a s ) ... p * rd ia 1 ( M i l e t o ) ... L im n a e J v ' C. com . s. VI ZO N A DE LOS E S T R E C H O S -M A R N E G R O Siglo V III Siglo V II Siglo VI A B Y D O S ( M i l e t o ) ... A n te s de m ed . S. C Í Z IC O ( M i l e t o ) ... - M ed . fin. D A S C Y L IO N ( j o n io s ) ... C om . A S T A C O (M e g a ra ) ... C A L C E D O N I A (M eg ara) ... S E L IM B R IA ( M c g a r a ) ... B IZ A N C IO (M c g a ra ) ... 660 A P O L O N IA ( M ile to ) ... Fin s. O D E S S O S ( M i l e t o ) ... C. 560 T O M IS (M ileto ) ... C. 560 aprox. IS T R O S ( M ile to ) ... M ed. s. T IR A S ( M i le t o ) ... M ed. s. O L B IA (M ileto ) ... M ed. s. B E R E Z A N ( M ile to ) ... C o (?) siglo T E O D O S I A ... Fin P A N T I C A P E O ... M v r m e k io n ... S egunda m itad 1.a m it. T A N A I S ... - 2 . J m itad F A S I S ...

T R A P E Z U N T E (M ile to ) ... C. 700 (en tra d ic .) p e ro d eb e ser algo p o s­ te rio r S IN O P E (M ileto ) ... M ed. s. VII A M IS O ( M i l e t o ) ... C . 600 M E S E M B R IA ( M c g a r a ) ... C . 600 H E R A C L E A P O N T IC A ( M e g ara j C allatis ... Q u e rs o n e s o ... Fin Fin F A N A G O R IA (T eo s) ... C. 540 N O R T E DE A FR IC A Siglo V III Siglo V II Siglo VI N A U C R A T IS (m ú ltip le s e s ta d o s grieg o s in su lares y m in o r a s iá tic o s ) ... 570

Bibliografía