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Se observa e n la tabla 1 , que p a r a los grupos 1 , 2 , 3 ,

4, con 3 . 5 , y 4.3 d e c a r g a m i c r o b i a l , los p r i m e r o s calores post-parto s e produjeron a los 27.4, y 52.2 días respectivamente; e s t o significa, que l a aparición de l o s p r i - m e r o s c a l o r e s post- parto e s t á n relacionados con e l porcentaje d e c a r g a rnicrobial en e l puerperio.

E l intervalo e n t r e los c a l o r e s p a r a los 4 grupos, fue en su orden: 2 1 , 2 3 , 2 6 , y 2 8 días respectivamente,

En la tabla 2 y 3 , considerando que e l p r i m e r calor

p a r a los grupos 1 , 2 y 3 , s e p r e s e n t a r o n practicamente en l a

fase p u e r p e r a l , no fueron servidos los animales, p o r no t e n e r todavía e l t r a c t o productivo restablecido, o no haber

cionado por completo.

E l grupo 4 s e pues e l p r i m e r calor post-parto s e sucedió a los 5 2 . 2 días e n promedio. Si bien e s c i e r t o , que algunos animales p r e s e n t a r o n problemas a l p u e r p e r i o , bien p o r

de algunos saprofitos o por invasión microbial de algunos organismos e l r e s t o de animales demoraron

57

s u e s t r o simplemente por la presencia de una carga bial alta que r e t r a s ó ostensiblemente e l puerperio.

Del grupo 4 y en s u p r i m e r c a l o r , fueron servidos 7 a n i m a l e s , p e r o ninguno quedó preñado.

P a r a e l segundo c a l o r , en los grupos 1 , 2 , 3 , y 4 , s e s i r v i e r o n 4 , 18,

6 ,

y 8 hembras; quedando preñadas 3 , 1 0 , O y 1 vacas respectivamente.

En el t e r c e r c a l o r , p a r a l o s grupos 1, 2 , 3 y 4 s e s i r - vieron 11 h e m b r a s , 1 2 ,

6

y 1 , p a r a preñeces de

9 ,

5 , y 1

r e s pectivamente

En e l c u a r t o c a l o r e l grupo 1 no l o manifestó, por ha- b e r hecho e l Ú l t i m o c a l o r a los 8 2 días en promedio, siendo e l tope d e l experimento 100 días.

En e l grupo 2 , s e s i r v i e r o n 5 p a r a quedar preñados solamente 2.

En los grupos 3 y

4,

no s e s i r v i e r o n a n i m a l e s , por no

manifestar c a l o r , pues e l lo hicieron a los 89.3 y 95.0 días en promedio respectivamente.

5 8

E l d e s e r v i c i o s y d e p r e ñ e c e s p a r a los dife- r e n t e s grupos fueron: 1 7 , 3 5 , 1 2 y 1 6 s e r v i c i o s y

y dos concepciones respectivamente.

E s t o un promedio g e n e r a l de s e r v i c i o s por concepción y un p o r c e n t a j e t o t a l d e p r e ñ e z d e l p a r a el t o t a l d e a n i m a l e s

Como se puede o b s e r v a r , a un m a y o r n ú m e r o de mi- c r o o r g a n i s m o s e n e l p u e r p e r i o s e obtuvo un m a y o r n ú m e r o de s e r v i c i o s p o r concepción y m e n o r porcentaje d e en l a tabla

4

s e puede o b s e r v a r , que m i e n t r a s la c a r g a m i c r o b i a l e s m a y o r n ú m e r o s e r v i c i o s aumentó.

Es i m p o r t a n t e a n o t a r , que cuando s e suceden retencio- nes p l a c e n t a r i a s , d i s t o c i a s , p a r t o s l a b o r i o s o s o cualquiera o t r a c a u s a que impida el p a r t o e n una f o r m a pronta y n o r m a l , s e f a v o r e c e la multiplicación m i c r o b i a l y por ende e l puerpe- r i o es más prolongado y más t a r d í a la concepción.

En l o s grupos 1 y 2

,

no hubo p r a c t i c a m e n t e problemas p u e r p e r a l e s y e l d e s a r r o l l o d e l p u e r p e r i o , a s í como e l tiempo r e l a t i v a m e n t e c o r t o d e concepción obedeció sivamente a

59

o acortando e l tiempo d e concepción en uno u o t r o caso, pero s e consideró, que e l causado por saprofitos muy pequeño y muy posiblemente no s e a l c a s o de

d e algunos, a j u z g a r , por e l d e s a r r o l l o relativamente c o r - to en la involución, s u r e t o r n o a l a normalidad y consecuente p r e ñ e z , salvo e l c a s o de 7 animales sobre un t o t a l de

36

que no quedaron preñados,

En e l grupo 3 y 4 , s e puede o b s e r v a r , que e l número

de días abiertos e s bastante largo; e s t o obedeció a l a gran cantidad de microorganismo p u e r p e r a l e s que r e t r a s a r o n e l puerperio en f o r m a m a r c a d a y desde luego la posterior con- cepción,

En e l grupo 3 , s e pudo n o t a r , que un animal p r e s e n -

t ó

m e t r i t i s causada por Corynebacterium pyogenes y otro con

la m i s m a afección posiblemente por la de fa- cultativo patogeno,

De e s t e grupo que comprendía 6 animales quedaron ñados 2 en promedio a los 89

La cantidad de microorganismo puerperales

más

e l e - vada que en l o s grupos y y la gama d e los mismos bastante

.

60

amplia.

E l grupo

4

fue e l que presentó mayores problemas pues la cantidad de microorganismos fue amplia en los

otros grupos.

E s t e grupo estaba compuesto p o r 8 animales, de los cuales quedaron preñados solamente 2 con un promedio de días abiertos de

97

y necesitando e l mayor de s e r v i - cios por concepción en relación con los otros g r u p o s , pues p a r a p r e ñ a r dos animales s e necesitaron 16 s e r v i c i o so

Del total d e los 8 a n i m a l e s , hubo dos retenciones de placenta y t r e s estuvieron relacionadas con Stafilococus a u r e u s

,

Gorynebacterium pyogenes

,

Streptococcus pyogenes, Pseudomona aeruginosa y Eschirichia coli

,

en todos los c a s o s asociaciones e n t r e e s t o s organismos y o t r o s de menor importancia.

E n r e s u m e n , hubo 5 animales con problemas

l e s y 3 sin e l l o s , pero estos t r e s últimos tenían un amplio d e microorganismos y de a h í que l a s dos preñeces fueron m u y t a r d í a s ,

97

días en promedio y un animal que pasó d e los 100 d í a s , al igual que los otros 5 que presentaron

61

blemas relacionados con e l puerperio.

Los microorganismos aislados d e l genital de los bovinos en la f a s e p u e r p e r a l en e s t e trabajo fueron:

Corynebacteriusn pyogenes Staf iloc occus a u r eus

Escherichia coli Campylobacter Myc opla s m a s p

Stafiloc occus epidermide s Micrococcus S tr e pto c oc py og ene s Stafilococcus Stafilococcus beta o Grupo proteus 2 s eudomona aeugino a

Otros: Hongos, L e v a d u r a s , y otros microorganismos

Las tablas 5 ,

6

y hacen referencia a la relación

que guardan la f l o r a p u e r p e r a l y la fisiología duc

6 2

Se puede o b s e r v a r , que m i e n t r a s más amplio e s e l gru- po de m i c r o o r g a n i s m o s , más t a r d í a e s la involución uterina.

El tamaño de la pared uterina y d e l cervix afectados, ostensiblemente por l a y e l consecuente edema, deben disminuir d e tamaño, aproximadamente e n t r e 30 y 40 días p o s t e r i o r e s a l parto; e s t o sucede en condiones normales después de que e l s i s t e m a reproductivo de animal ha fun- cionado adecuadamente y con un contenido mínimo de

tos

P e r o s i s e suceden problemas p u e r p e r a l e s , o l a c a r g a e s elevada, como podemos o b s e r v a r e n los grupos

3 y 4 , e l retorno a la normalidad gasta mucho tiempo.

La pared uterina d e los bovinos, tiene un promedio aproximado de 1 0 c e n t í m e t r o s y hacia l a cuarta semana parto deberá t e n e r más o menos 2

Aspecto sucede con e l que mide unos

1 2 e n e l momento d e l p a r t o y termina al final d e l puerperio con unos 3 a 4 centímetros e n condiciones normales.

El

cuerpo luteo d e la p r e ñ e z , d e b e r á r e g r e s a r comple- tamente hacia los 20 días d e l período pero en

6 3

m a l e s con problemas d e l puerperio una amplia gama de mi- m á s tiempo en r e g r e s a r y é s t e es p r e - cisamente e l mayor problema, pues la progesterona

por e l cuerpo luteo p a r a e l mantenimiento d e la p r e ñ e z , sostie- ne niveles elevados en la s a n g r e , lo que no solamente favorece e l medio p a r a la multiplicación microbial, sino que baja l a s defensas, promueve la infección y r e t a r d a e l crecimiento d e l folículo, s e inhibe l a salida de loquios por falta de tono m u s - cular y e l r e g r e s o d e l t r a c t o genital a su completa normalidad e s muy tardía.

E l Anexo 1 , mide la influencia que tiene la flora microbial p a r a l a presentación d e l p r i m e r c a l o r post-parto. P a - ra tal fin s e practicó un a n á l i s i s simple d e r e g r e s i ó n ,

una influencia altamente significativa

(

por parte del Corybebacterium, Stafilococcus aureus

,

Streptococcus

y Pseudomona a e r u g i n o s a ; e n menor forma lo hizo E. coli

(

en relación con e l número de microorganismos aislados.

Esto quiere d e c i r , que s i tiene un promedio de 30 días p a r a la presentación d e l p r i m e r c a l o r post- parto en todos los animales

,

los a n t e r i o r e s organismos afectan individualmente

64

dicho promedio e n 1 2 , 1 4 , 1 3 , 11 y 7 días m á s respectivamen- te

Los anexos 2 , 3 y 4 hacen referencia a la importan- cia que tienen los microorganismos puerperales en la regene- ración de la pared uterina.

Se r e a l i z ó un análisis simple de r e g r e s i ó n tomando como variable dependiente l a pared uterina en la segunda, t e r - c e r a y c u a r t a semana p o s t e r i o r e s a l parto.

Realmente no s e toma e n cuenta l a p r i m e r a s e m a n a , puesto que los animales en e l momento del parto tenían todos en promedio un d i á m e t r o en l a pared uterina aproximadamente igual, ya que la influencia d e los microorganismos comienza a s e r manifiesta un poco después d e l parto; pero s i s u flora co- mo r e f e r e n c i a de m a r c a d a importancia p a r a los siguientes perío- d o s , pues s e determina no solamente e l r e g r e s o o involución ute-

sino l a disminución que deben p r e s e n t a r l o s microorganismos a medida que e l tiempo t r a n s c u r r e .

En e l anexo 2 s e observa un promedio de

9

de

d i á m e t r o en l a pared u t e r i n a , p e r o existe una g r a n influencia por parte d e l Stafilococcus a u r e u s y l a Pseudomona aeruginosa mos- trando ambos una l a t a significancia ( y e l menor grado

65

e l Streptococcus pyogenes y e l Micrococcus sp.; los demás no tuvieron importancia en la variación uterina.

Esto d e m u e s t r a que e l Stafilococcus y l a Pseudomona aumentan e l promedio total e n 1.8 y 1.2 respectivamente, m i e n t r a s que, Streptococcus y e l Micrococcus solo l o hacen en

0.6

y 0.8 p a r a uno y otro,

E l anexo 3 s e r e f i e r e a l a influencia microbial sobre

e l Útero en la t e r c e r a semana observando un prome- dio de

4.9

de d i á m e t r o uterino y un efecto marcado por parte de Stafilococcus a u r e u s y e l Streptococcus pyogenes a l t a - mente significante

(

P y la Pseudomona aeruginosa

con c i f r a s afectando e l promedio de 2 . 7 , 2.5 y 1.4 c m s

.

respectivamente

.

E l anexo 4 tiene en cuenta l a c u a r t a semana de influen- cia microbial sobre e l Útero afectándolo el Streptococcus pyogenes y l a Pseudomona aeruginosa ( e l Stafilococcus aureus

y otros ( P 0.05

).

Los anexos 5 ,

6

y 7 , m u e s t r a n l a influencia de la flora microbial p u e r p e r a l sobre e l r e g r e s o a la normalidad d e l

66

na post-parto; la mayor influencia l a presenta l a Pseudomona aeruginosa y e l Stafilococcus a u r e u s ( P y e l

ccus s p , y Strepcoccus pyogenes

(

E l anexo

6

toma en cuenta l a t e r c e r a semana

to y l a influencia por p a r t e de la flora microbial sobre la r e - gresión c e r v i c a l y lo manifiesta e n forma altamente significati-

va

(

a u r e u s y Streptococcus

pyogenes la Pseudomona aeruginosa e n menor grado (PC0.05)

Anexo 7; en e s t e a l igual que e n los anexos 5 y

6

s e hi-

z o análisis simple de r e g r e s i ó n e n e l que la variable dependiente fue e l e n relación con l a flora microbial d e l puerperio; aquí tiene m a r c a d a importancia para e s t a cuarta semana e l -

coccus a u r e u s y l a Pseudomona aeruginosa ( otros

mi-

croorganismos

(

Es importante r e c o r d a r que e l tamaño d e l cervix varía y e s t o depende d e l de partos y problemas puerperales

Los anexos 8 ,

9

y 10 tienen e n cuenta l a relación que guarda e l contenido d e la f l o r a p u e r p e r a l y e l r e g r e s o del cuer- po

67

un cuerpo luteo, que e s precisamente e l que produce la progeste- rona encargada d e l mantenimiento de l a preñez; p o r l o tanto, debe r e g r e s a r a f i n de que no s e produzcan cantidades a p r e c i a - bles d e progesterona que inhiban

duración y e l inicio d e un nuevo ciclo.

la producción de FSH, la m a -

Si la cantidad de microorganismo e s elevada, o s i exis- te problema relacionado con e l p u e r p e r i o , e l r e g r e s o d e l cuerpo luteo s e d e m o r a r á m á s ; s i e s t o sucede, e l cuerpo luteo que p e r s i s t e sigue produciendo progesterona lo cual facilita la multiplicación m i c r o b i a l y l a t a r d í a recuperación del endometrio.

P a r a o b s e r v a r e l r e g r e s o d e l cuerpo luteo p u e r p e r a l s e r e a l i z ó un análisis simple d e r e g r e s i ó n en e l que la variable de- pendiente e s e l cuerpo luteo y la independiente la f l o r a

-

bial d e l puerperio.

E l anexo 8 hace referencia a l a influencia de l a flora p u e r p e r a l s o b r e e l r e g r e s o d e l cuerpo luteo e n la segunda semana después d e l p a r t o , toman una m a r c a d a importancia ( e l Corynebacteriurn pyogenes

,

Stafilococcus a u r e u s y e l Streptococcus pyogenes; en menor proporción e l Stafilococcus hemolitico y la

68

E l anexo 10 p r e s e n t a una m a r c a d a influencia p o r parte d e l grupo P r o t e u s

(

P y e n menor importancia

ccus

(

Se contempla e n l o s anexos y 13 la influencia de la flora microbial d e l puerperio sobre e l crecimiento y madura- ción d e los folículos d e Graff.

E s t o sucede en f o r m a indirecta con respecto a l a r e l a - ción folículo-flora puesto que e l crecimiento depende en alto grado d e l r e g r e s o d e l luteo.

Como e s apenas obvio en e l momento d e l parto no exis- ten maduros debido a la influencia que todavía e j e r c e

la progesterona a nivel de por e s o l o que m á s se con- templa e n l a p r i m e r a s e m a n a e s la c a r g a microbial l o cual a la postre influirá en e l r e s t a n t e tiempo de la f a s e puerperal.

E l anexo 11, p r e s e n t a una pequeña influencia ( P 4 0 . 0 5 ) por parte d e l Micrococcus s p , en l o que r e s p e c t a a la segunda semana

E l anexo 1 2 corresponde a l a t e r c e r a semana y s e ve una mayor influencia de los microorganismos puerperales y tal sucede con e l Stafilococcus a u r e u s que l o hace e n forma

6 9

mente significativa ( y e n menor importancia el Strep- tococcus pyogenes y e l Stafilococcus hemolitico

(

P 40.05).

La c u a r t a semana corresponde a l anexo 13 y afectan en forma altamente significante

(

P Streptococcus

y en menor grado el grupo proteus (

Los anexos 14, 15 y

1 6

m u e s t r a n l a influencia que t i e - nen los microorganismos p u e r p e r a l e s s o b r e los loquios.

Los loquios tienen la c a r a c t e r í s t i c a d e poseer actividad bacteriostática, p e r o cuando las invasiones de microorganismos

e s elevada, no alcanza junto con las o t r a s b a r r e r a s uterinas de defensa a prevenir l a

Los loquios deben comenzar a abandonar e l lumen ute- rino inmediatamente después d e l parto desapareciendo por comple- to hacia la t e r c e r a s e m a n a s post-parto; después de e s t e tiempo, s i permanecen en e l lumen uterino algunas cantidades constituyen problema m e t r i t i s

-

piometra

).

en anexo 14 l a influencia de l o s microorga- nismos s o b r e l o s líquidos loquiales y s u

7 0

p a r t o , l o que más l a evacuación loquial e s

ccus aureus y e l Streptococcus pyogenes

(

y en m e - nor grado l o hacen e l grupo P r o t e u s y el Campylobacter foetus

(

L o s anexos 1 5 y 1 6 corresponden a l a t e r c e r a y cuarta semana post-parto d e evacuación loquial y la posible influencia de la flora s o b r e l a salida d e los mismos d e l lumen uterino.

En lo que r e s p e c t a a l a t e r c e r a semana post-parto se nota una m a r c a d a influencia por p a r t e d e l Stafilococcus aureus y el Streptococcus pyogenes con alguna importancia l o hacen e l Stafilococcus hemolitico y e l grupo proteus

P a r a la c u a r t a semana s e observa g r a n influencia por p a r t e d e l Streptococcus pyogenes y en menor forma e l grupo proteus y otros

TABLA Influencia de l a c a r g a m i c r o b i a l en la frecuencia de presentación de los c a l o r e s

e n e l período inmediatamente p o s t e r i o r a l parto. C

G r u p o N o , animales Carga m i c r o b i a l tipos de organismo 1 c a l o r 2 c a l o r 3 c a l o r 4 c a l o r 1 14 2. 19.4 43. O 62.

O

82. O 2 2 2 2.9 53. O 74.0

92.

3 6 3.5 36.5 61.5 8 9 . 3 4 8 4.3 52.2 84. O

o. o *

N o se presentó

a

u

a

e, u u

.

O O k a a O O

a

u O u O

a

[o O 3 e,

a

.

O O

‘E

.

O

a

O O u O u k O u N O u O O

.

O e, e, k O O u rn e,

a

e, 72 a, O O [o

a

O O O e, O O O a O u

a

O u k O

a

O u [o

a

[o O

T A B L A Influencia d e la f l o r a m i c r o b i a l p u e r p e r a l e n el p o r c e n t a j e de p r e ñ e z , e n los 1 0 0 p r i m e r o s días p o s t - p a r t o .

P r e ñ e z e n l o s d i f e r e n t e s s e r v i c i o s

Grupo No. a n i m a l e s C a r g a c r o b i a l mi- 1 c a l o r 2 c a l o r 3 c a l o r 4 c a l o r t o t a l de c onc epc ión

1 14 2.

o

O

3 9 O 85.71

2 2 2 2 . 9 O 10 5 2 77.27

3 6 3 . 5 O O 2 O

4 8 4 . 3 O 1 1 O 2 5 . 0 0

TABLA 4. Influencia d e l a f l o r a bacteria1 s o b r e l o s d í a s a b i e r t o s

Grupo No. animales Carga m i c r o b i a l Días abiertos contamplados 100 días 14 22

6

8 2.

o

2.9 3.5 4.3 60 70 89 97

O a,

a

O

E

u e, U u a e, a, u] al u]

a

k k U

'E

k O a, O

E

O O O

.

.

N O N

.

O

.

O

.

O O N N O N N O O N N N N O O N O

.

O O O 75

a

O O tn U

'E

N N N O O O O

.

O N O O N N O O O N O N N N O O O O O

.

M N O O O O O O N N O 7 6

TABLA F l o r a m i c r o b i a l

-

VS

-

F i s i o l o g í a p u e r p e r a l G r u p o C o n t e n i d o d e l o q u i o s No. animales F l o r a m i c r o b i a l p u e r p e r a l s e m a n a s No, t i p o s m i c r o o r g a n i s m o s 1 2 3 4 1 1 4 2 22 3

6

4

8

2. 3 . 5 4.3 1 . 2 0 0 700 1 0 0 1.200 700 9 0 50 200 900 5 0 0 300 1 . 2 0 0 700 5 0 0

7 8

F I G U R A 1 , Inmediatamente a n t e s d e l c a l o r ya s e

o b s e r v a n algunos c r i s t a l e s e n f o r m a

d e h e l e c h o s . l a r g o s y pequeños e n l a misma lámina ( 100 )

79

FIGURA 2. D u r a n t e l o s p r i m e r o s s i g n o s de c a l o r se o b s e r v a n c r i s t a l e s l a r g o s e n forma

8 0

Típica formación de c r i s t a l e s en helecho d e l moco cervical de un animal en calor

81

FIGURA 4. Los c r i s t a l e s e n f o r m a d e helecho co- m i e n z a n a d i s m i n u i r y e s t o c a r a c t e r i - z a la f a s e p r e - o v u l a t o r i a ; aquí e l ni- vel d e comienza a d i s m i n u i r . ( A u m e n t o

82

FIGURA 5. M u e s t r a d e l moco c e r v i c a l d e un bovino tomada. a l o s 1 0 d í a s d e l ciclo estral. No hay d e c r i s t a l e s .( Aumento 1 0 0 )

83

F I G U R A 6, Muestra de cervical d e l mismo a n i m a l , tomada dos días después de l a aplicación. con 5 mgs de

nos. Se observan c r i s t a l e s en hele-

CONCLUSIONES

E s t e trabajo pudo poner de presente y d e m o s t r a r en forma simple y objetiva, l a importancia que m e r e c e la flora microbial presente en e l puerperio de los bovinos.

La influencia de la m i s m a sobre los diferentes eventos r e - productivos que s e suceden a todo l o l a r g o del período puerperal e s obvia.

Mientras mayor s e a e l de microorganismos presen- t e s en e s t e período mayor s e r á e l tiempo involucional y todos los e f e c t o s inherentes a l mismo.

S i s e disminuye e l número de rnicroorganismos puerperales s e a c e l e r a r á e l puerperio y todo e l proceso reproductivo.

La necesidad creciente de t e r n e r o s p a r a la producción c a r - nica y de una rentabilidad en l a producción l a c t e a , propen- de p o r una segura y pronta concepción después del partoo

Aparte d e la alimentación adecuada p a r a una alta fertilidad, a s í como una higiene obstétrica c o r r e c t a , s e precisan medidas e s -

85

Los y pueden s e r de g r a n utili-

dad a fin d e prevenir la infección uterina después d e l parto como consecuencia d e la invasión microbiana en esta época, pudiendo e l a p a r a t o reproductor e n e s t a f o r m a , comenzar a

6. R E S U M E N

E s t e t r a b a j o tuvo por/ objetivo p r i m o r d i a l e s t u d i a r la influencia que podía e j e r c e r l a f l o r a m i c r o b i a l d e l p u e r p e r i o

s o b r e la fisiología r e p r o d u c t i v a de l o s bovinos

Se t o m a r o n . m u e s t r a s de y p a r t e posterior d e Útero, (unión c e r v i c o - u t e r i n a ) a 50 h e m b r a s bovinas de la r a -

z a Holstein que p e r t e n e c í a n a v a r i o s hatos de l a Sabana de Bogotá, d u r a n t e los 28 d í a s siguientes a l p a r t o , con e l obje- t o de d e t e c t a r e l tipo d e m i c r o o r g a n i s m o s p r e s e n t e s en e l t r a c t o reproductivo de las m i s m a s

También s e

t r a t ó

de e s t a b l e c e r , la posible influencia de dichos o r g a n i s m o s s o b r e l a fisiología reproductiva; a d e m á s p o r palpación r e c t a l s e los cambios que o c u r r í a n e n e l t r a c t o reproductivo d e las h e m b r a s .

Los p a r á m e t r o s que se tuvieron en cuenta p a r a e s t e t r a b a j o fueron: p r e s e n t a c i ó n d e l p r i m e r calor post- parto e intervalo e n t r e siguientes c a l o r e s , s e r v i c i o s por concep- c i ó n , d í a s a b i e r t o s , p o r c e n t a j e s de p r e ñ e z , p r o b l e m a s

87

ensayo tuvo una duración de 100 los

cuales s e midieron: La influencia d e la f l o r a m i c r o b i a l p u e r -

p e r a l s o b r e la fisiología r e p r o d u c t i v a , identificación de los mi- c r o o r g a n i s m o s e n c o n t r a d o s , tiempo d e involución u t e r i n a y fun- cionamiento ovárico.

Los r e s u l t a d o s obtenidos p e r m i t i e r o n s a c a r l a s siguien- t e s conclusiones:

A m a y o r n ú m e r o d e m i c r o o r g a n i s m o s p r e s e n t e s e n

e l t r a c t o genital d e la h e m b r a , l a involución de la pared u t e r i - n a , c u e r p o luteo y a s í como la eliminación de loquios y l a m a d u r a c i ó n s e veían afectadas negativamente.

2. Lo a n t e r i o r incide e n la p r e s e n t a c i ó n de c a l o r e s y e n e l n ú m e r o d e s e r v i c i o s p o r concepción, l o c u a l hace que e l n ú m e r o d e d í a s a b i e r t o s s e a m a y o r ,

3 . Se pudieron d e t e r m i n a r las f a s e s d e l ciclo e s t r a l

mediante c o m p a r a c i ó n de m u e s t r a s obtenidas e n moco c e r v i c a l y su c r i s t a l i z a c i ó n con patrones establecidos.

v-

4, Los’ p r o b l e m a s más f r e c u e n t e s , a l i n c r e m e n t a r s e e l de e s p e c i e s d e e s t o conlleva a aumen-

88

tar e l r i e s g o d e infecundidad o e s t e r i l i d a d .

/-

5. s a n o s , a medida que t r a n s c u r r e e l

la posibilidad de infección salvo e l c a s o de ani- males con p r o b l e m a s p u e r p e r a l e s , que s e aumentan con e l t i e m - po; retenciones p l a c e n t a r i a s , m e t r i t i s ,

6.

El porcentaje de m i c r o o r g a n i s m o s p u e r p e r a l e s nuye con e l tiempo y considerando e l período inmediatamente p o s t e r i o r a l p a r t o como la p r e s e n c i a d e los m i s m o s , disminuía esta hacia l o s 7 d í a s a un a los 14 d í a s a un

a l o s 21 d í a s a u n y hacia l o s 2 8 d í a s e r a d e un 2070

SUMMARY

Samples from the c e r v i x and p o s t e r i o r end of the u t e r u s ( c e r v i c o - u t e r i n e ) w e r e taken to a 50 Holstein

ging to s e v e r a 1 d a i r y h e r d s the Bogota Savannah. T h e s e w e r e taken 28 d a y s p o s t - p a r t u m , in o r d e r to the tipe of m i c r o o r g a n i s m s p r e s e n t in the reproduction t r a c t and to e s t a b l i s h the possible e f f e c t of t h e s e agents over the

ve p e r f o r m a n s e . Rectal palpation and routine e x a m s w e r e done. The following p a r a m e t e r s w e r e studied: f i r s t h e a t after

and i n t e r v a l s , s e r v i c e s p e r conception, open d a y s ,

centaje of p r e g n a n c y , p o s t p a r t u r i e n t involution ( Length of t i m e ) of a b n o r m a l i t i e s of the o v a r i e s , oviduct and u t e r u s , cidence of infertility ( p r e s e r v i c e a n e s t r u s , p o s t s e r v i c e a n e s t r u s r e p e a t b r e e d i n , c y s t i c o v a r i e s , f e t a l r e s o r p t i o n , abortions ) and

c r y s t a l i z a t i o n of c e r v i c a l m u c u s a s r e l a t e d to e s t r u s .

The r e s u l t s obtained give the following conclusions:

a , T h e r e is a effect of the m i c r o o r g a n i s m s p r e s e n t in the reproductive t r a c t o v e r the n o r m a l involution

9 0 b. The m i c r o o r g a n i s r n s affect the e s t r u s cycle f i r s t h e a t a f t e r calving , s e r v i c e s p o r conception, days open.

The p h a s e s of the cycle w e r e determined by c r y s t a l i z a t i o n of the c e r v i c a l

N o r m a l involution of the u t e r u s l e s s chance of infection and t h e r e f o r e l e s s population of m i c r o o r g a n i s m s

except when r e t a i n e d placenta o r m e t r i t i s developed.

The population a f t e r calving is reduced p r o - g r e s s i v e l y and f r o m a t calving days i s reduced to two weeks to t h r e e weeks t o and four weeks to only a p r o x i m a t e l y .

I B L I O G R A F I A 1 . 2. 3 . 4 . 5 . 6 .

7.

8.

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