Defining Cloud Computing

In document Essentials of cloud computing (2015) pdf (Page 36-41)

O comportamento que diz respeito à interação social fora do ambiente de trabalho está entre as funções psicossociais de amizade. A Tabela 50 (4) mostra que 38,8% da amostra considera essa interação como sendo muito importante. Este percentual representa um pouco mais que 1/3 da amostra. Entre os graus positivos de importância (razoavelmente importante, muito importante e extremamente importante) concentra-se 80,6% dos respondentes. Conclui- se uma percepção de grau de importância elevada em relação à interação social fora do ambiente de trabalho. A média de importância deste comportamento foi de 3,36. Quando se

respondentes frequentemente ou sempre percebem a interação social com o mentor fora do ambiente de trabalho. Ou seja, há elevada percepção da importância da função, porém constata-se a baixa percepção dos respondentes acerca da frequência com que tal função ocorre.

Com relação aos respondentes gerentes, na postura de mentor, respondem em um percentual de 54,6% que frequentemente e sempre interagem socialmente com os seus mentorados fora do ambiente de trabalho. Esse percentual equivale às freqüências ocasional, freqüente e sempre. A média desta freqüência foi de 3,36.

Tabela 50 (4) - Tabela de freqüências dos escores do questionamento acerca da interação social do mentor com o mentorado fora do ambiente de trabalho

Grau de Importância Frequência do mentor (Gerentes) Freqüência com o mentorado Escores

Freq. % % Válido % Acumulado Escores

Freq. % % Válido % Acumulado Freq. % % Válido % Acumulado Nada Importante 8 6,0 6,0 6,0Nunca 14 10,4 10,4 10,4 1 ,7 4,5 4,5 Pouco Importante 18 13,4 13,4 19,4Raramente 26 19,4 19,4 29,9 4 3,0 18,2 22,7 Razoavelmente Importante 41 30,6 30,6 50,0Ocasionalmente 60 44,8 44,8 74,6 5 3,7 22,7 45,5 Muito Importante 52 38,8 38,8 88,8Frequentemente 25 18,7 18,7 93,3 10 7,5 45,5 90,9 Extremamente Importante 15 11,2 11,2 100,0Sempre 9 6,7 6,7 100,0 2 1,5 9,1 100,0

Resp. Válidas 100,0 100,0 Resp. Válidas 100,0 100,0 22 16,4 100,0

Resp. Inválidas 0 Resp. Inválidas 0 112 83,6

Total 134 Total 134 134 100,0

Média (D.P.) 3,36 (1,043) Média (D.P.) 2,92 (1,034) 3,36 (1,049)

FONTE: Dados da pesquisa

Análise do item 1 (mentoria) do instrumento de coleta com a faceta I do Estresse Ocupacional

A análise dos dados da Tabela 51 (4) visa verificar se as práticas de mentoria recebidas pelos respondentes em relação à interação social do mentor fora do ambiente de trabalho podem moderar o estresse o ocupacional na satisfação com o trabalho.

Os índices apresentados na Tabela 51 (4) foram calculados e interpretados segundo crivo de respostas do Quadro 2 (4).

Profissionais de TI que nunca ou raramente perceberam comportamentos do mentor em relação à interação com o mentorado fora do ambiente de trabalho apresentaram índice NST igual a 3,2 e 3,4, respectivamente, o que condiz com profissionais insatisfeitos com o trabalho. Profissionais que percebem o comportamento do mentor de forma ocasional têm

frequentemente e sempre percebem a interação social de seus mentores fora do ambiente de trabalho apresentaram Índice NST de 4,1 e 4,2, respectivamente. São indivíduos, segundo interpretação do crivo de respostas do Quandro 2, muito satisfeitos com o trabalho.

Conclui-se que para esta amostra, quanto mais se percebe a intereção dos mentores fora do ambiente de trabalho, mais sobe o nível de satisfação com o trabalho.

Tabela 51 (4) - Cálculo do nível de satisfação com o trabalho (faceta I) considerando os estratos de respondentes por freqüência em relação à percepção da prática da interação social do mentor

Frequência do Mentor

Nunca Raramente Ocasionalmente Frequentemente Sempre

Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão

Índice NST 3,2 1,6 3,4 1,3 3,8 1,2 4,1 1,2 4,2 1,5

FONTE: Dados da pesquisa

Análise do item 1 (mentoria) do instrumento de coleta com a faceta II do Estresse Ocupacional

A faceta II, relativa ao nível de estresse, depende dos cálculos dos índices SME (sintomas mentais de estresse) e SFE (sintomas físicos de estresse), segundo crivo de respostas do Quadro 5 (4). As análises dos dados da Tabela 52 (4) visam mostrar se a freqüência com que os profissionais percebem a interação social de seus mentores fora do trabalho modera seus níveis de estresse.

A Tabela 52 (4) faz a comparação dos níveis de estresse segundo os estratos dos profissionais que manifestaram as freqüências com que percebem o comportamento de interação social de seus mentores fora do ambiente de trabalho.

Tabela 52 (4) - Cálculo do nível de estresse (faceta II) a partir dos níveis de sintomas mentais de estresse e sintomas físicos de estresse considerando os estratos de respondentes por freqüência

em relação à percepção da prática da interação social do mentor

Frequencia do Mentor

Nunca Raramente Ocasionalmente Frequentemente Sempre

Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão

Índice SME 2,8 1,5 3,3 1,4 3,3 1,1 3,3 1,3 3,3 1,4

Índice SFE 2,9 1,6 2,7 1,4 2,5 1,1 2,8 1,2 2,4 1,2

Índice NE 2,8 1,5 3,0 1,4 2,9 1,1 3,1 1,3 2,9 1,3

(4), percebe-se que as diferentes freqüências percebidas pelos respondentes acerca do comportamento do mentor condizentes com interação social fora do trabalho, equivalem a diferentes interpretações de níveis de estresse. Indivíduos que raramente ou frequentemente perceberam o comportamente vindo de seus mentores são indivíduos com níveis normais de estresse. Interessante observar que quando o indivíduo percebe que sempre há a intervenção do mentor, os níveis de estresse aumentam.

Percebe-se que a relação de mentoria, no que tange a interação social entre mentor e mentorado fora do ambiente de trabalho, interfere no nível de estresse sentido. Mas não se pode afirmar que quanto maior a percepção da freqüência de mentoria, menor o nível de estresse.

Análise do item 1 (mentoria) do instrumento de coleta com a faceta III do Estresse Ocupacional

A análise dos dados da Tabela 53 (4) visa verificar se as práticas de mentoria recebidas pelos respondentes em relação à interação social do mentor fora do ambiente de trabalho podem moderar a propensão ao Estresse.

Quando foram calculados os índices de propensão ao estresse (índice PE) dos indivíduos estratificados de acordo com as respostas acerca das freqüências com que percebem a prática da interação social do mentor, obteve-se os dados mostrados na Tabela 53 (4). Todos os respondentes apresentam índices PE condizentes com interpretação de indivíduos propensos ao estresse segundo o crivo de respostas do Quadro 8 (4). A propensão ao estresse não é minimizada pela relação de mentoria no que tange a interação social do mentor com o mentorado.

Tabela 53 (4) - Cálculo da propensão ao estresse (faceta III) a partir do tipo de personalidade e do locus de controle/nível de controle considerando os estratos de respondentes por freqüência

em relação à percepção da prática da interação social do mentor

Frequencia do Mentor

Nunca Raramente Ocasionalmente Frequentemente Sempre

Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão

Índice TP 3,1 1,5 3,5 1,5 3,4 1,4 3,5 1,3 2,8 1,7

Índice LC 3,0 1,7 3,4 1,3 3,5 1,2 3,6 1,2 3,5 1,3

Índice PE 3,0 1,6 3,5 1,4 3,5 1,3 3,6 1,2 3,1 1,5

Ocupacional

A análise dos dados da Tabela 54 (4) visa verificar se as práticas de mentoria recebidas pelos respondentes em relação à interação social do mentor fora do ambiente de trabalho podem moderar nível de pressão/insatisfação no trabalho.

A Tabela 54 (4) apresenta os dados do índice relativo ao nível de pressão/insatisfação (índice NPIT) com o trabalho. O estrato de respondentes que nunca observou a prática da interação social do mentor apresenta índice NPIT igual a 2,9, que segundo o crivo de respostas do Quadro 15 (4) são indivíduos com nível muito baixo de pressão/insatisfação com o trabalho. Os respondentes que afirmam freqüência rara relativa à prática do mentor em relação à interação social são considerados indivíduos com nível alto de pressão/insatisfação com o trabalho. Os respondentes que observam a ação do mentor em relação à interação social, ocasionalmente, frequentemente e sempre, apresentam índices NPIT condizentes com nível baixo de pressão/insatisfação com o trabalho.

Conclui-se que a percepção dos respondentes acerca da interação social do mentor fora do ambiente do trabalho minimiza a “pressão/insatisfação com o trabalho“.

Tabela 54 (4) - Cálculo do nível de pressão/insatisfação (faceta IV) com o trabalho considerando os estratos de respondentes por freqüência em relação à percepção da prática da

interação social do mentor

Frequencia do Mentor

Nunca Raramente Ocasionalmente Frequentemente Sempre

Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão

Índice FIT 2,9 1,7 3,3 1,6 3,1 1,4 2,8 1,6 2,8 1,6 Índice PIO 3,2 1,8 3,3 1,6 3,1 1,4 2,9 1,6 2,7 1,7 Índice RI 2,9 1,8 4,2 1,3 3,4 1,4 3,4 1,6 3,8 1,8 Índice CPF 3,1 1,9 4,3 1,7 3,4 1,5 3,3 1,8 3,7 1,8 Índice CEO 2,9 1,8 3,8 1,6 3,1 1,4 3,0 1,7 3,3 1,6 Índice ICT 2,7 1,7 3,1 1,6 3,0 1,5 2,8 1,6 3,1 1,7 Índice NPIT 2,9 1,8 3,7 1,6 3,2 1,4 3,0 1,6 3,2 1,7

FONTE: Dados da pesquisa

In document Essentials of cloud computing (2015) pdf (Page 36-41)

Related documents