5.2 Literature Review of Weakly Supervised Learning
5.2.3 Naive Bayes for Weakly Supervised Learning
No siempre un espacio público o bien público es un bien común. Es necesario para que se conviertan en un bien común su apropiación:
“… su apropiación requiere de una acción política por parte de los ciudadanos y el pueblo”... “Las plazas Syntagma en Atenas, Tahrir en El Cairo y de Catalunya en Barcelona eran espacios públicos que se convirtieron en un bien común urbano cuando la gente se reunió allí para expresar sus opiniones políticas
y proclamar sus reivindicaciones.”…”En el núcleo de la práctica de comunalización se halla el principio de
que la relación entre el grupo social y el aspecto del entorno considerado como bien común será a la vez colectiva y no mercantilizada, quedando fuera de los límites de la lógica del intercambio y las valoraciones
de mercado.”. Un bien común es “…un lugar de sociabilidad popular…”118.
a 46 años del Taller Total en la Universidad Nacional de Córdoba.
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22-A questão da habitação social no ensino de projeto integrado ao desenho
urbano.
*Profa. Ms. Catharina Cristina Teixeira, Profa. Dra. Denise Falcão Pessoa, Profa. Ms.
Giselly Barros Rodrigues, Profa. Ms. Mariana Cicuto Barros, Prof. Dr. Rogerio Akamine,
Profa. Dra. Solange de Aragão, Prof. Ms.Vinícius Luz de Lima
Resumo
Eixo 2
O objetivo deste trabalho é apresentar os resultados da prática realizada na disciplina de Projeto VI da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Nove de Julho (São Paulo - Brasil), cujo tema é Habitação de Interesse Social e a integração com a disciplina de Desenho Urbano, destacando a interdisciplinaridade e um olhar sobre a problemática que envolve a arquitetura, a questão social e o espaço da cidade. A área de intervenção adotada é um recorte do perímetro da Operação Urbana Consorciada Água Branca, onde há a presença de conjuntos habitacionais remanescentes de períodos anteriores da política pública habitacional da cidade de São Paulo. Foram abordadas questões como a relação entre volumes com os conjuntos existentes, a ocupação da quadra e a relação entre cheios e vazios, uso público e privado, a recuperação de questões ambientais, a qualidade da paisagem e a necessidade de se considerar as questões sociais locais, evitando a gentrificação. Os alunos foram incentivados a refletir e intervir na prática projetual das disciplinas, adotando como embasamento teórico textos de Kevin Lynch, Christian de Portzamparc, Richard Rogers e Nabil Bonduki
– e referências de projetos habitacionais contemporâneos para relacionar o projeto de Habitação Social com as diretrizes de ocupação do solo e da paisagem desenvolvidas em Desenho Urbano.
Palavras-chave: Habitação de Interesse Social, Projeto Arquitetônico, Desenho Urbano, Interdisciplinaridade, Operação Urbana.
*Ms. Catharina Cristina Teixeira Doutoranda- IAUUSP São Carlos. Mestre- IPT/SP, Arquiteta- Universidade Católica de Santos. Professora:UNINOVE.Arquiteta Assessoria Técnica Brasil Habitat. [email protected] *Dra. Denise Falcão Pessoa. Arquiteta Urbanista-Universidade Mackenzie, Mestre- Universidade de Michigan e Doutora- FAUUSP. Professora: Centro Universitário Belas Artes e Universidade Nove de Julho. [email protected] *Ms. Giselly Barros Rodrigues: Doutoranda: Arquitetura e Urbanismo - Universidade Presbiteriana Mackenzie. Mestre-IPT/SP. Arquiteta Urbanista - Universidade Anhembi Morumbi. Professora da Universidade Nove de Julho e Estácio de Sá. Arquiteta: escritório GBARQ. [email protected]
*Ms. Mariana Cicuto Barros. Doutoranda-UFABC, Mestre -IAU/USP. Arquiteta Urbanista-Belas Artes. Arquiteta- Assessoria Técnica Brasil Habitat. 2004/2014. Professora: Universidade Nove de Julho. [email protected] *Dr. Rogerio Akamine. Graduação e mestrado em Arquitetura e Urbanismo pela FAUUSP, Doutor em Architectural Engineering pela Osaka University e Pós – Doutorado da FAUUSP Professor: Universidade Nove de Julho e Universidade São Judas Tadeu. [email protected]
*Dra. Solange de Aragão Arquiteta urbanista, mestre e doutora- FAUUSP, pós-doutorado- FFLCHUSP e pós- doutorado: História da Arquitetura- FAUUSP. Professora: Universidade Nove de Julho. [email protected] *Ms.Vinícius Luz de Lima. Professor: Universidade Nove de Julho -Uninove. Arquiteto- Prefeitura de São Paulo. Arquiteto e Urbanista- Universidade Presbiteriana Mackenzie Especialista: Saúde Ambiental – USP. Mestre - Arquitetura e Urbanismo- Universidade Presbiteriana Mackenzie. [email protected]
Introdução
O tema da habitação social tem ganhado importância nos últimos anos, no Brasil, com os avanços das políticas públicas pós 2008, com programas de incentivo a construção de moradias populares para famílias de baixa renda, como o Programa Minha Casa Minha Vida e o Programa de Aceleração do Crescimento com foco na urbanização de assentamentos precários. Este panorama de crescimento econômico tem propiciado aos jovens profissionais e aos estudantes de arquitetura empregabilidade, o que colabora no interesse dos alunos em participar e interagir com o tema,
a 46 años del Taller Total en la Universidad Nacional de Córdoba.
158 colocando-os em contato com a informalidade e ilegalidade diante da complexidade urbana de uma cidade, como São Paulo, na periferia do capitalismo global, realidade, muitas vezes não tratada no mundo da arquitetura e do urbanismo na graduação.
A disciplina de projeto arquitetônico evolui no eixo vertical do curso em complexidade projetual, e na integração horizontal com as demais disciplinas do semestre, sendo o sexto semestre, onde o tema de projeto arquitetônico é habitação social – o primeiro semestre que integra o projeto da edificação com o entorno urbano abordado na disciplina de desenho urbano e com a disciplina de sociologia urbana, que subsidia o conhecimento com a abordagem social da cidade.
O projeto arquitetônico da habitação social, não se diferenciaria dos demais semestres, se não fosse o aspecto intrínseco ao tema: o problema econômico, social e político no qual se insere, imprimindo no urbano suas contradições. Em uma cidade como a capital paulista onde 34% da população vivem na precariedade, em assentamentos informais, a abordagem do uso habitacional e a morfologia urbana, não pode ser deixada de lado na formação dos futuros profissionais, que terão que se deparar com esta questão como arquitetos e também como cidadãos.