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6.3 Case Study 2 : Second Inter-monsoon (Sept Oct.)

7.1.1 Summary of Findings

El denomi nado t ex to C.1 .24 ap arece sob re un so po rt e qu e co n siste en un a l ámin a d e pl omo rectan gu lar (de 11 '5 x 5 '4 cm. d e dimensio nes ap rox imadas) h all ad a en Amp urias.183

Sobre l as ci rcu nst anci as con cretas del h all az go y s u co ntex to arqu eol ó gi co pu ed e vers e: SANM ART Í, E. (19 88 ): "Un a cart a en l en gu a ibéri ca, es crit a so bre plom o, p ro ceden te d e Em po rio n", Revu e

Archéolo giqu e de Narbo nnai se 21 , p p . 95 -1 13. P ero a n osot ros , en

prin ci pio, n os int eresa qu e se h all ab a en u na zon a d e relleno j unto al templ o d e Es cul api o y qu e s u d at ación más prob abl e es l a d e fin al es d el si glo III a.C.

---Dibujo s:184

183 P a r a e s t e e s t u d i o n o q u e r e mo s a b r u ma r a l l e c t o r c o n e x c e s i v a s n o t a s a p i e d e p á g i n a c o mo é s t a . L a ma y o r í a d e l o s c o me n t a r i o s r e a l i z a d o s s o b r e é l a p a r e c e n e n l o s t r a b a j o s q u e h a n l l e v a d o a c a b o d i f e r e n t e s e s t u d i o s o s ( p u e s a q u e l l o s q u e s o n e s t r i c t a me n t e n u e s t r o s s o n mí n i mo s y s e i n d i c a n c o mo t a l e s ) . E s p e c i a l me n t e p u e d e c o n s u l t a r s e , a d e má s d e l a o b r a c o n l a p u b l i c a c i ó n d e l t e x t o m e n c i o n a d a a c o n t i n u a c i ó n : U n t e r ma n n ( 1 9 9 6 ) , D e H o z ( 2 0 0 3 ) , y O r d u ñ a ( 2 0 0 5 , p p . 2 7 1 -2 8 4 ) . S o b r e a l g u n a s c u e s t i o n e s d e l e n g u a e l l e c t o r p u e d e r e mi t i r s e a l o s a p a r t a d o s c o r r e s p o n d i e n t e s d e l o s t e ma s t r a t a d o s , a s í c o mo a l a b i b l i o g r a fí a a l l í i n d i c a d a . 184 D i b u j o s fa c i l i t a d o s p o r J o a n F e r r e r , a q u i e n d e s d e a q u í a g r a d e z c o s u d e fe r e n c i a .

I l u s t r a c i ó n 6 : D i b u j o s d e l a i n s c r i p c i ó n C . 1 . 2 4

---L ectu ra:

El pl omo , t al como vem os, aparece v arias v eces pl egado pero es tá es cri to po r amb as caras, d ejando l a part e más v isibl e d e l a ex terio r, un a vez plegado , con u n tex to tran sv ersal, y d e t am año n o m uch o m a yo r, al resto del t ex to d e est a mi sma cara.

Est e t ex to t rans vers al, qu e cons ta, com o s e pu ed e comp rob ar, de una s ola p al ab ra co rres pon di ent e a un onom ást ico, po sibl ement e indi carí a el d esti n at ari o (o con m en or pro babilid ad el remi tent e) si el docum ento fuera un a carta, o el p os eedo r del mi smo, si es te docum ento fu era un con trato o indi cara al gún ti po de po sesión , o in clu so aq uél a qui en h ace referen ci a el do cu mento, si ést e fu era un a esp eci e de docum ento d e archiv o.

La l ect ura d el tex to no se v e di ficult ad a en ex ces o po r l os pli egu es que s e efect uaro n en el pl omo , p ero éste aparece al go d et eri orado en la esq uin a sup erio r izq uierd a (t omando co mo referenci a l a ll amad a "cara A", l a d el últim o d ibujo ) y p arte d el borde d erecho, l o q ue p rov o ca al gun as l agun as qu e afect arí an a u n n úmero redu ci do de si gno s.

Aun qu e con resp ecto a s u l ectu ra ha habid o di ferent es discrep an ci as, p ara nuestro es tudi o em p learemo s l a q ue co nsid eram os más co rrect a, es d ecir, la efect u ad a por Unt erm ann , p ero con las co rreccion es int ro du cid as po r J . Ferrer185 sobre la lect ura del s igno v , que int erp ret am os co mo "ta " en lu gar de l a anti gu a l ectu ra "bo ".

C.1 .24186

A [---]tin : iuns ti r : ta utiko te : ka tu[---] [---]ti enbani tiŕan : biuŕtikis e[---] beŕiseti tia tin : nik o katia ŕib ai

tuŕk osb etan : uska ŕe : ti eka : ul ti tikir[---] iŕkubaśk a : bin tuŕk eska : ai tutik erka bati ta : ti ŕa tisukika : i tiko tesun : k oron ka tinka ŕ : si ti ŕka ŕkan : nik okaia ta i

is : beŕteike : itu ŕu tan : leb osbai tan [---] bati ŕaka ŕi teŕi tan

B śali r : i [ ]a ta [ ]r : banteŕa

n : tin ebetan : bani tiŕka ta salak er : i tiŕoketeta n : i ŕi ka : iuns tirik a : sik i te : basi ŕ

C katula ti en

T r a n s c r i p c i ó n 6 : T e x t o d e l a i n s c r i p c i ó n C . 1 . 2 4

---Co men ta rio s pa rticula res:

Aun qu e el pl omo ap arece roto j ust o al prin ci pio del tex to A, s e puede recon struir co n b ast ant e grado d e cert eza el primer el ement o, q u e sería n ei ]tin . Ci ert ament e cab en otras p osibili dad es, como a tin, tautin u oŕtin, p ero a p arti r de lo s p aral elo s co n otro s tex tos , do nd e ten emos l a

185

C f. J . F e r r e r ( 2 0 0 5 )

secu en ci a n ei tin:iu nsti r (con i nterp un ció n i ntern a o n o), l a prim era pro pu est a es la más factibl e.

Tan to esta s ecu en ci a como, s ob re to do , s u segun do elem ento, iunsti r (con s us vari ant es ), han sido obj eto d e muchísim as interp retaci on es, m uch as d e ell as s ó lidam en te d efen did as, aunq ue nin gu n a ha sido un ánim em ent e acep tad a. Entre ést as in terpret aci on es dest acan, como ya vimos , l as d e o q u e s i gni fiq u e "co nvi ene" o al go pareci do, o q u e se t rat e d e l a deno minació n d e un cargo , o qu e pert en ezca al ám bito semánti co de do nación, o un a fó rmul a d e s al udo al estil o d el Xai=re griego.

Tod as ell as so n, efecti vamente, p erfect ament e p osibl es , pero rem iti énd ono s n u ev ament e a s u ap arición en otros tex to s (do nde in cl uso ap arece rep etid o varias veces en un o de ellos ), y b as án d onos en la posib ilid ad (di fí cil pero n o impo sibl e) de q ue est e pl omo no cont en ga una cart a sin o qu e s e t rat e de al gún do cumento ju rídi co , de pro pied ad o com pra-v ent a, qu eremos pl antear o tra propu est a, hip ótetica p ero t ambi én facti ble.

Parece s er q u e este térmi no pu ed e us arse como fó rmula introdu cto ri a en al gún tip o d e t ex to, p ero n o ex clusi vament e (tal co mo ap arece en ot ros d ocu mentos ), po r ell o s erí a acept abl e s upon er u n sent ido s imil ar a ot ras fó rm ulas int rod uct ori as d e t ex tos gri ego s (no olvid emo s q ue es te plomo fu e hallado en Am pu rias, d ond e la relació n ent re di ferent es p erson as con l en guas d iferent es produ ci rí a infl uenci as mutu as en s u m od o d e ex pres ión o, di cho d e ot ro m odo, cal co s ex presiv os ), y así o btendríam os un v alo r s em ej ant e al térm ino gri ego

tu/xh|, o similar. Este valor pudiera ser además perfectamente compatible

con el t érmino qu e aquí, y en ot ros lu gares, le p reced e.

Efectiv am ent e, n ei tin ha sid o int erp ret ado co mo u no d e lo s el ementos qu e fo rm an p art e de l os comp uest os ant rop oními cos i béri co s, y, ju nto co n los más arri ba menci on ad os, co n la mism a t ermi nació n -tin o -ti-n , forma un grupo relat iv ament e co mpacto . Co n el lo, si ten emo s en cu ent a q ue en vari as ocasio n es form an compu est os con o tros el ementos que mu y prob abl em ent e s on s ust anti vos (como i lti ŕ o iltu n), es m u y posib le, s egú n nu es tro criteri o, q ue fo rmen p arte de un a catego ría gram ati cal con cret a, com o l a d e los adjet i vos.

Ciertam ente, en con tramos est e el em ento -tin uni do a ot ros segm en tos q ue difí cilmen te p od rí an p erten ecer a l ex em as verb al es,187 aun qu e no si em pre suced e así; lo q u e no obs ta p ara qu e -tin- p u ed a seguir int erpret án d ose co mo adj etiv ador de v erbos (result en ésto s parti cipi os o n o).188

Obvi am ent e, q ue -tin aparezca co mo termin ación h abit ual d e com pon ent es on omásticos p uede int erp ret ars e de mu ch as otras m an eras, pero mi ent ras no est emos segu ros d e su posib le v al or, nu est ra hip ót esis nos parece p erfect am ent e fact ibl e y, si no sóli da, sí al m eno s p laus ibl e.

187 P a r a u n a p o s i b l e i n t e r p r e t a c i ó n d e s e g me n t o s v e r b a l e s y l o s c r i t e r i o s p a r a s u d e l i mi t a c i ó n v é a s e E . O r d u ñ a ( 2 0 0 5 ) . C o n o t r o s c r i t e r i o s v é a s e t a mb i é n J . R o d r í g u e z R a mo s ( 2 0 0 0 d ) y A . Q u i n t a n i l l a ( 2 0 0 5 ) . 188 N o o b s t a n t e , t a mb i é n p o d e mo s e s t a r a n t e d o s s u fi j o s h o mó g r a fo s ( n o t a n t o h o mó fo n o s , p u e s e n e l p l o mo d e A l c o y t e n e mo s l a s t e r mi n a c i o n e s – t i n y – d i n ) c o n d i fe r e n t e v a l o r y q u e s e u n e n a d i f e r e n t e s “ c l a s e s ” d e p a l a b r a s .

Est a hipó tesis s e aj u starí a ad em ás a la i nterp retaci ón qu e es tamo s dan do sob re el v alo r ini ci al del t ex to q ue t rat amos , es d ecir, es mu y posib le qu e l a fó rmu la int rod uct oria con la qu e ést e s e i ni cia con stara de un adj etiv o más un sust anti vo (si guiend o el orden h abit ual esp erabl e d e det ermin ant e + det ermin ad o). Lo q ue n o p od emo s saber, claro, es el val or con cret o d e neitin, pero si s egui mos bus cand o p aral elos en ot ros tex tos gri egos si n dud a, y remit iéndo n os a nu est ra int erp ret aci ón de iunsti r, t al fó rmul a ven drí a a s er p aral el a (l o qu e n o qu iere d ecir qu e si gni fiq ue lo mismo ) a a)gaqh|= tu/xh|.189

La i nt erpret ación qu e acab am os d e d ar para -tin p od ría a p rio ri